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Explicação do símbolo gráfico do logo da IASD!

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo foi criado. Leia Mais...

Evangelismo com Redes Sociais

As redes sociais são formas de compartilhamento de informações, preferências e ideias entre usuários amigos ou entre pessoas que compartilham semelhantes estilos de vida.

Dicas: 

1. Primeiramente, crie seu perfil na rede social escolhida. Ao elaborar a descrição pessoal, procure apresentar suas crenças pessoais e atribuições religiosas, como parte de seus hábitos de vida.
2. Divulgue imagens, vídeos e músicas cristãs.
3. Através de fotos ou vídeos, noticie eventos interessantes que aconteceram ou acontecerão em sua igreja.
4. Aproveite as diversas ocasiões e ocorrências na vida dos amigos para compartilhar palavras de consolo, esperança, ânimo ou congratulações, através de textos bíblicos ou pensamentos cristãos.

Onde criar? 

www.facebook.com.br; www.orkut.com.br; br-pt.sonico.com; www.google.com/+

Evangelismo com Microblog

É um meio de expressar ideias de modo rápido e objetivo, ideal para quem não dispõe de tempo para incrementar a página com os recursos dos blogs tradicionais, mas gosta de compartilhar suas ideias. O Twitter é o mais conhecido.

Dicas:

1. Seja relevante. Se tiver bom conteúdo, atrairá seguidores.
2. Procure divulgar preferências pessoais relacionadas à experiência religiosa. Quando visitar um site religioso, assistir a um clip ou encontrar qualquer outro material de relevância espiritual compartilhe com seu grupo de seguidores.
3. Não use essa ferramenta para bater papo, como se fosse uma mensageira instantânea. Seja conciso. No microblog, usa-se geralmente 140 caracteres por postagem. Se a informação que você deseja transmitir requer mais caracteres, use um blog tradicional.
4. Evite duas postagens consecutivas, onde a segunda complementa a primeira, pois estará ferindo a filosofia básica que sustenta o serviço.

Onde criar?

•    www.twitter.com; www.tumblr.com

Próxima Dica: Redes Sociais

Pr. Fabio

Planejar é Acertar


Proponho uma maneira simples de elaborar um planejamento básico antes de executar o seu projeto.

Fatores a considerar:

1- Analisar a Situação

Identifique os pontos fracos e fortes, as ameaças e oportunidades.

2- Definir os Objetivos

Elabore uma lista com os principais objetivos que pretende alcançar com a comunicação. Não é preciso definir muitos objetivos, apenas tente ser específico.

Exemplo: Divulgar a série de Evangelismo do Pr. Roberto Motta!

3- Definir Público Alvo

Esta é uma das partes mais importantes do seu planejamento. É a etapa onde o comunicador decide com quem quer falar, qual o sexo, idade, classe etc.

Exemplo: Homens e Mulheres de 20 a 60 anos de todas as classes sociais.

4- Constatar os melhores meios de comunicação

Esta etapa ajuda a igreja não desperdiçar verbas em mídias que não obtém resultados.

Exemplo: Não se anuncia uma semana de oração do distrito local na rede globo em horário nobre pagando 500 mil reais em 30 segundos!

Este foi um exemplo “infantil”, mas é uma maneira simples e fácil de entender que não seria um bom investimento.

Quando se trabalha com grandes campanhas, o planejamento de mídia é uma das etapas onde se analisa o custo beneficio dos investimentos. Para isso é usado fórmulas e outras ferramentas como o IBOPE, pesquisas de mercado etc.

No caso da igreja que o fluxo de produção é menor, analise o preço da mídia escolhida e divida esse valor por quantas pessoas serão atingidas e constate o custo beneficio.

Exemplo: 20 Cartazes – R$ 100,00 /600 Pessoas= R$ 0,16

Em seguida pergunte: Que impacto ocasionou a leitura destes cartazes? Quantos compareceram à programação? Alguém aceitou estudos bíblicos? Quantos se batizaram? ...?...?

Obtendo as respostas, descubra se o investimento realmente trouxe resultados.

5- Definir Calendário

A esta altura está pronto. Agora, basta definir quando ocorrerá o Start da campanha e se as datas escolhidas o publico alvo será atingido.

Essa é uma forma resumida do que realmente é um planejamento de campanha e das suas etapas decorrentes, mas é o mínimo que o comunicador precisa para desenvolver o trabalho com resultados.

Ficará mais fácil se introduzir as seguintes perguntas:

1- O Quê?
2- Por Quê?
3- Quem?
4- Quando?
5- Onde?
6- Como?

Proposta: Recital de Quartetos em São Roque-SP

1- O Quê?
R: Recital de Quartetos

2- Por Quê?
R: Para incentivar novas formações musicais na igreja e aproximar visitantes.
Com a resposta da pergunta 2 já é possível definir os objetivos da sua campanha.

3- Quem?
R: Ministério da Música e Jovens

4- Quando?
R: 13 de Junho às 20h

5- Onde?
R: Igreja Adventista de São Roque - Rua…

6- Como?
R: Convocar músicos de todas as igrejas do distrito de São Roque. Os gastos previstos para divulgação, será de R$ 200,00. Haverá a necessidade da listagem de ex-membros fornecida pela secretaria da igreja a fim de convidá-los, uma vez que o recital acontecerá no dia do “Reencontro” sugerido pelo calendário da Associação.

Viu como é fácil seguir as cinco etapas citadas quando se responde a estas perguntas?

Espero que este post lhe ajude a ter bons resultados em sua igreja e conduzir mais pessoas a Cristo.

Um grande abraço do seu amigo,

Thiago dos Santos

Como a inovação acontece em nosso cérebro


A boa informação é imprescíndivel para gerar novos conceitos, métodos e ações positivas.


Para explicar essa relação existente, o Prof. Marins enviou um artigo para um outro Blog de minha autoria chamado "Nisto Cremos", intitulado: "Como a inovação acontece em nosso cérebro". Resolvi publicá-lo no COMIASD também por acreditar ser útil para aqueles que lindam constantemente com os diversos meios de comunicação, cujo objetivo primário seja "Informar".

Segue abaixo o artigo.

Pr. Fabio


William Duggan, professor da Columbia Business School, dos EUA, escreveu em seu artigo “Como o “AHA!” realmente acontece” sobre como a inovação acontece em nosso cérebro. O artigo foi publicado no Boletim Strategy&Business, de 23/11/2010, editado pela Booz Allen Company.

Veja alguns trechos com meus breves comentários;

“Como as empresas inovam? Veja a Google Inc., amplamente admirada como grande inovadora. A empresa oferece brinquedos no lobby, cadeiras para relaxar, salas de jogos e tempo livre para os funcionários trabalharem em suas próprias ideias. Não é isso que outras empresas deveriam fazer?

“A resposta é não. Esses métodos do Google são derivados de uma teoria inexata de criatividade: que as pessoas precisam desativar seu cérebro esquerdo analítico e ativar o seu cérebro direito criativo para produzir novas ideias...

“Na última década, neurocientistas já percorreram um longo caminho para descobrir como as ideias se formam na mente humana. Suas descobertas contradizem a forma como a maioria das empresas entende e desenvolve a inovação. Mas muito poucos executivos sabem disso. Eles continuam aplicando sua sabedoria convencional, sem saber que a ciência evoluiu e que os conceitos que usam estão ultrapassados.

“Para entender o novo modelo do cérebro, e sua importância para a inovação empresarial, devemos voltar para 1981, quando Roger Sperry ganhou o Prêmio Nobel por seu trabalho sobre os dois lados do cérebro. Segundo Sperry, o lado direito era criativo, artístico e intuitivo e o lado esquerdo considerado analítico, lógico e racional. Este modelo inconsistente se espalhou rapidamente por todo o mundo dos negócios, pois pareceu explicar por que algumas pessoas vinham com novas ideias facilmente e outros lutavam muito para conseguir alguma inovação... A aplicação mais generalizada do modelo de Sperry foi o brainstorming. Pessoas começaram a agendar reuniões onde todo mundo deveria desligar seu cérebro esquerdo e ativar o seu cérebro direito e então deixar as ideias criativas fluirem.

“Agora vamos voltar para a visão mais precisa de criatividade, com suas raízes na ciência moderna. O ano base para essa compreensão é 1998, quando Brenda Milner, Larry Squire e Eric Kandel publicaram um artigo inovador na revista Neuron, "Neurociência cognitiva e o estudo da memória". Kandel ganhou o Prêmio Nobel, dois anos mais tarde pela sua contribuição para este trabalho. Desde então, neurocientistas deixaram de aceitar a teoria do cérebro de dois lados de Sperry. O novo modelo do cérebro é o da "memória inteligente", no qual análise e intuição trabalham juntos na mente em todos os modos de pensamento. Não há nenhum cérebro esquerdo e não há nenhum direito. Há apenas a aprendizagem e a recordação, em várias combinações, em todo o cérebro.”

O que o autor afirma é que a “memória inteligente” é o maior arquivo existente no mundo, dentro da cabeça de uma pessoa. Desde que você nasce, o cérebro arquiva todo o seu conhecimento e informações. Quando uma nova informação chega, o cérebro recupera nesse arquivo tudo o que existe de correlato à nova ideia e faz uma combinação a que chamamos de “intuição”. Quando a nova informação combinada com o que já existe cria um novo padrão, temos o famoso “Aha!” ou a inovação ou criação. Assim, quanto mais você estudar, ler, experimentar, mais informações terá em seu cérebro e maior a chance de ser inovador. Essa é a grande novidade!

Portanto, a busca de informação é essencial para a criatividade. Quanto mais você participar, se envolver, estudar, ler, conhecer sobre o seu negócio ou profissão, maior a chance de ser inovador e criativo. Criativo e inovador não é aquele que fica parado, ocioso, esperando uma ideia brilhante acontecer e sim aquele que participa, estuda e se compromete totalmente com aquilo que faz.

Pense nisso. Sucesso!

PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior.

Expressões e Vícios Igrejeiros

É interessante notar como, com o tempo, certas expressões de linguagem e “vícios” de comportamento acabam sendo incorporados e cristalizados no meio religioso (no que diz respeito às expressões, isso é até normal, em qualquer língua falada). A lista abaixo é apenas uma sugestão para ajudar especialmente os líderes e comunicadores das igrejas a aprimorar o trabalho que desempenham e que é muito importante para Deus e para a comunidade:

1. “Vamos cantar o hino ....... para a entrada da plataforma.” A plataforma, sobre a qual ficam o púlpito e as cadeiras do pregador e dos oficiantes, nunca entra, a menos que tenha rodinhas e seja móvel. A plataforma sempre está lá. Quem entra são os oficiantes do culto ou componentes da plataforma. Alguns podem alegar que em “entrada da plataforma” há elipse e metonímia. Correto. Outros podem argumentar que o uso consagrou a expressão, apesar da incorreção. Igualmente correto. Então, para evitar maiores discussões, poderíamos simplesmente cantar para que entrem os oficiantes que compõem a plataforma, sem precisar chamá-los. Que tal?

2. Já que mencionamos a música, é bom lembrar que o ideal é anunciar os hinos pelo nome e depois informar o número deles. Assim, fica melhor: “Vamos cantar o hino ‘Jubilosos Te adoramos’, nº 14.” E nada de dizer “Vamos cantar o hino três, quatro, dois.” O correto é “trezentos e quarenta e dois”.

3. “Senhor, abençoa os que não puderam vir por motivo justo.” Esse tipo de súplica é comum em cultos de oração (às quartas-feiras), quando geralmente há menos pessoas na igreja. Infelizmente, é um tipo de oração legalista que procura excluir das bênçãos de Deus certas pessoas. Se alguém deixou de ir à igreja por “motivo injusto”, aí, sim, é que devemos orar por essa pessoa. O melhor mesmo é ser inclusivo e orar: “Senhor, abençoa aqueles que não puderam vir. Que Teu Espírito esteja com eles neste momento.” Outro detalhe: tem gente que parece ter fixação pelos que não vieram à igreja. O dirigente começa a reunião e já dispara: “Apesar de termos muitos bancos vazios...” ou “Mesmo sendo poucos...” Vamos valorizar os que estão presentes. Pra que ficar falando toda hora de quem não veio? Nenhum apresentador de TV fala sobre os que não estão assistindo ao seu programa... Quem não veio que ore em casa por si mesmo e vá à reunião seguinte, se for possível.

4. “Aqueles que puderem, vamos nos ajoelhar para orar.” Essa também já virou “vício”. É evidente que somente se ajoelharão aqueles que puderem. E os que não puderem por certo serão tão poucos que nem é preciso mencionar. Essa frase é dispensável.

5. Às vezes, quando alguém vai apresentar os oficiantes do culto, na plataforma, diz algo do tipo: “À minha direita, à esquerda dos irmãos...” Isso é quase como chamar a congregação de espacialmente desorientada. Que tal simplesmente dizer: “À direita do pregador...”, ou algo assim?

6. “Senhor, que Tuas bênçãos venham de encontro às nossas necessidades.” Tenho certeza de que quem ora dessa maneira não quer esbarrar nas bênçãos de Deus nem ser atingido por elas. Vir de encontro é se chocar contra. O correto, então, é pedir que as bênçãos de Deus venham ao encontro das nossas necessidades, ou seja, estejam de acordo com o que precisamos.

7. “Viemos aqui para celebrar...” Viemos é pretérito perfeito de “vir”. Talvez o mais adequado seja dizer “vimos”, presente do indicativo de “vir”. Mas dizer “Vimos aqui” fica muito formal, não é? Então, que tal mudar para algo do tipo: “Estamos aqui para celebrar...”? Na dúvida, saia pela tangente e busque sempre a maneira mais simples (porém correta) de falar.

8. “Senhor, abençoa esta semana que para nós é desconhecida”; “Não temos mérito algum, mas confiamos nos méritos do Teu filho Jesus Cristo”; etc. Não há nada de gramaticalmente errado nessas frases, mas será que quem as usa está pensando no que diz? Aqui quero chamar atenção para as “frases feitas” que povoam nossas orações. Oração, como bem definiu Ellen White, é abrir o coração a Deus como se faz com um amigo. Portanto, as orações, mesmo as feitas em público, deveriam ser dirigidas a Deus com palavras simples e sem modismos ou tradicionalismos ditos automaticamente.

9. “Quando a porta da graça for fechada”; “Depois do tempo da sacudidura”; “O povo remanescente da profecia”; “A pena inspirada registra que...”; “O povo laodiceano”; “Segunda hora”; “Vamos para o lava-pés”; “O departamento de Mordomia”, “Fazer o pôr do sol” (não precisa fazer, ele é automático!); “Devolução do pacto”; etc. Novamente, nada há de errado com essas frases e expressões. Mas imagine que você não é adventista ou não é cristão e está visitando uma igreja adventista pela primeira vez. Como interpretaria essas expressões? Entenderia alguma coisa? Portanto, os pregadores devem tanto quanto possível evitar o “adventistês”. Se tiverem que usar termos do jargão adventista, o melhor é explicá-los em seguida. Nossa mensagem tem que ser clara, simples e universal.

10. Devemos evitar também termos denominacionais que se referem à estrutura da igreja e que não têm muito sentido para quem não os conhece. Imagine a cena: alguém anuncia que naquela manhã de sábado falarão o pastor da União e o pastor da Divisão. Alguém pode pensar que um é bom, pois promove a união, e o outro é mau. Assim, o ideal é explicar os termos ou simplesmente dizer: “Hoje falarão o pastor fulano, diretor de Educação da Igreja no Estado de São Paulo, e o pastor cicrano, líder de Jovens para a América do Sul.” Por que “diretor” e “líder”? Porque é mais claro que “departamental”.

11. Que tal promover o culto jovem? Nos dois sentidos: promover a frequência ao culto e o nome dele desse jeito. “Culto JA” não tem sentido (no meu Estado de origem, JA é Jornal do Almoço). E “programa dos jovens” soa ainda pior. Culto jovem é mais bonito.

12. As pessoas oram, cantam alguns hinos e depois o dirigente diz: “Para começarmos o culto, cantemos o hino .......” A oração e os hinos anteriores não eram parte do culto? Eram o quê, então?

13. Outro “vício” envolve a palavra “possa” (e suas variantes) e até lança dúvida sobre o poder de Deus. Quer um exemplo? “Senhor, que Tu possas nos perdoar os pecados. Que Tu possas conceder a cura ao irmão fulano e que nós possamos ser fieis a Ti.” Além de ficar sonoramente feio, quando repetido, o “possa” aplicado a Deus relativiza o poder dEle. É claro que Deus pode! Talvez Ele não queira algumas coisas, mas que pode, pode. Assim, melhor seria orar: “Senhor, perdoa nossos pecados. Se Tu quiseres, cura o irmão fulano e ajuda-nos a ser fieis a Ti.”

14. Imperativos são outro problema. Errado: “Senhor, cure”, “Senhor, ouça”, “Senhor, atenda”, “Senhor, faça”. Correto: “Senhor, cura”, “Senhor, ouve”, “Senhor, atende”, “Senhor, faze”. Ok, essa é um pouco mais complicada, mas, com o tempo, um pouco de estudo e atenção, é possível orar direitinho sem perder a espontaneidade. Devemos sempre oferecer o melhor a Deus, inclusive nosso melhor português possível.

15. Como mais ninguém (a não ser os mais antigos e alguns preciosistas) usa a palavra “genuflexos”, basta dizer “ajoelhados”. Sim, porque “de joelhos” (desde que tenhamos pernas completas) sempre estaremos, mesmo quando ajoelhados. O mesmo vale para “de pé”. O certo é “em pé”. (Porém, fica aqui o registro de que o Dicionário Houaiss já aceita a expressão “de joelhos”.)

16. Devemos evitar o abusivo da palavra “alma”. Exemplos: “Foram batizadas mais de quinhentas almas”; “Sair para a conquista de almas”; “Ganhador de almas”; etc. Para os que entendem “alma” como uma entidade separada do corpo e que sai dele quando a pessoa morre, falar em “conquista de almas” talvez possa configurar a intenção de proceder a essa separação, ou seja, praticar assassinato! Melhor substituir a palavra “alma” por “pessoa”, que é exatamente o sentido bíblico.

17. Para encerrar esta lista (mas não o assunto e a preocupação que ele levanta), não poderíamos deixar de fora expressões exclusivistas, como, por exemplo, “não adventistas”. Você conhece alguém que gosta de ser chamado “não”? “Apresento-lhes este meu não parente.” Horrível, né? Então, evitemos termos que dão a impressão de que somos um clube fechado, exclusivo. Nada de “não adventista”, “mundanos”, etc. Podemos nos referir a “amigos visitantes”, “irmãos evangélicos”, etc. É mais simpático.

Resumindo: temos que descomplicar nossa linguagem e liturgia a fim de que não criemos barreiras para a compreensão da mensagem que é simples e clara: Deus nos ama e quer nos salvar.

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/01/expressoes-e-vicios-igrejeiros.html

Autorizado a publicação por:

MICHELSON BORGES
É jornalista e mestre em Teologia. Membro da Sociedade Criacionista Brasileira . É editor na Casa Publicadora Brasileira e autor dos livros /A História da Vida / e /Por Que Creio / (sobre criacionismo), /Nos Bastidores da Mídia / e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Casado com Débora Tatiane, tem duas filhas.
Editor do Blog Criacionismo

Modelo do Boletim Informativo - Central de Fortaleza

O Marcos Ribeiro criou o boletim da IASD central de Fortaleza e deseja compartilhar aos seguidores desse blog.

O boletim é muito bonito, moderno e bem organizado e aproveita o tema do ano em sua capa sobre o Sábado!

Parabéns Marcos pelo lindo trabalho.


Pr. Fabio


Link para Download: http://www.iasdcentralfortaleza.com.br/cdr/Folder_IASD.zip