Fotografe com qualidade profissional!

Descubra todos os recursos de sua câmera digital e tire fotos profissionais.

Video Aulas!

Tutoriais em video aulas que ensinam usar softwares essenciais para produção gráfica.

Modelo de Boletim Informativo!

Veja um modelo de boletim informativo que servirá de parâmetro para elaboração de um boletim para a sua igreja. Leia Mais...

Explicação do símbolo gráfico do logo da IASD!

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo foi criado. Leia Mais...

Curso de Fotografia: Aula 3 - Velocidade do Obturador

A velocidade do obturador ou tempo de exposição, está relacionado com a quantidade de tempo que o obturador da câmera leva para abrir e fechar. É medida em frações de segundo: 125 representa 1/125 de segundo. Em dias ensolarados, pode-se usar uma velocidade do obturador de 1/125 de segundo. Em dias nublados, é possível usar 1/60 de segundo (com a mesma abertura), expondo o filme por um período maior.

O obturador e a abertura funcionam em conjunto. Mais luz (abertura maior) significa velocidade do obturador mais rápida; maior profundidade de campo (abertura menor) significa velocidade do obturador mais lenta.

Quando a velocidade é alta, é possível captar objetos que estão em movimento como se estivesse parados.
 Já a velocidade baixa, o que está em movimento fica meio embaçado, passando a idéia de movimento.

Veja exemplos abaixo no detalhe da água em movimento:

Velocidade Alta do Obturador:


Velocidade Baixa do Obturador:



Pr. Fabio dos Santos

Mídia exterior e alternativa


Mídia exterior é a denominação genérica dos meios de comunicação que expõe propaganda ao ar livre. Pode também ser chamada mídia extensiva, mídia ao ar livre ou mídia alternativa. Estão visíveis a todos que passarem por elas, como exemplo, os outdoors.

Além do outdoor, outros "canais" também são mídias exteriores, tais como: busdoor (anúncios nas laterais ou na traseira dos ônibus), empenas de prédios (faixas gigantes nas paredes externas dos prédios), mobiliários urbanos (placas em pontos de ônibus), banners, faixas, taxidoor ou cardoor (anúncios no teto ou no vidro traseiro), envelopamento de veículo (veículo totalmente adesivado), etc.

Se pararmos para enumerar todos, a lista se tornaria imensa. Mas o propósito dessa pequena lista é apenas mostrar que muitas coisas que observamos no dia a dia e que fazem parte do cotidiano de muitos, são ótimos meios que podem ser usados e aplicados para os mais diversos propósitos da comunicação.

Alguns desses meios, ou mídias, fogem do convencional e, por causa disso podem ter um impacto maior sobre o leitor justamente por se tratarem de algo inusitado, o qual as pessoas não estão acostumadas a ver. É a chamada mídia alternativa.

E o que é a mídia alternativa? É toda forma de comunicar ou veicular uma informação ou mensagem fora das mídias convencionais.

Com a mídia alternativa, podem ser feitas campanhas com grande impacto, com baixo custo de produção, em alguns casos.

Adesivos no chão, no teto e nas paredes. Mobiles pendurados, balões de ar ou gás, dirigíveis, peças de roupas, lugares inusitados para fixação de anúncios. Tudo isso é considerado mídia alternativa.

Para trabalhar com mídia alternativa, basta apenas procurar a melhor forma de levar a sua informação para as pessoas que precisam recebê-la, fora dos canais convencionais. Fazendo isso, o impacto e fixação da informação serão muito maiores que nos meios habitualmente usados.

Se a mídia alternativa é tão eficaz, porque não usar apenas ela? Não há nenhuma regra que dite com quais mídias se deve comunicar ou veicular uma campanha.

Para obter a resposta mais correta para isso, basta apenas planejar suas ações e pensar de que maneira a informação que precisa ser passada alcançaria um maior impacto e ficaria gravada mais facilmente na mente do leitor.

Ao se fazer este planejamento, que é um planejamento de mídia, percebe-se que quanto mais variadas forem as ações e diversificados os meios de comunicar ao seu público, maiores são as chances de se conseguir bons resultados e respostas à comunicação.

Seja trabalhando com mídia alternativa, mídia impressa ou mídia exterior (e até mesmo com todas elas de forma integrada para a mesma campanha), o resultado final para ser positivo vai depender unicamente da forma como foram construídas essas informações, baseando-se na criatividade, bom gosto e senso crítico.


Conhecimento

A primeira coisa a fazer para utilizar ou não determinadas mídias é saber o que se quer comunicar, com quê e como quer transmitir essas informações. Fazendo esse planejamento, a decisão quanto a qual caminho seguir, ou que mídia usar, torna-se quase que natural.

Com essas informações em mãos, procure os fornecedores para a produção do material necessário, estipulado no planejamento. Ao entrar em contato com esses fornecedores, pergunte a eles sobre possíveis alternativas para sua campanha. Converse sobre materiais, formatos, durabilidade, facilidade de aplicação e transporte do que se pretende fazer.

Os fornecedores sempre têm novidades de mercado para oferecer, com soluções diferentes e inovadoras que podem agregar valor à sua campanha.

Arrojo

Não se limite a fazer o que todos já fazem. Um cartaz no mural, folhetos e boletins informativos já se tornaram tão corriqueiros que, muitas vezes, a informação contida nesses meios,acaba passando despercebida pela maioria das pessoas e esquecida pelo restante.

Inove! Pense em algo que possa até mesmo chocar (de uma forma positiva, claro), surpre-ender. Sair do convencional, mesmo numa mídia exterior, é a melhor forma de se fazer presente com a informação que se pretende passar. Mas não esqueça: essa informação estará representando a Igreja.

Check list

■ Planeje suas ações e pense quais serão os melhores caminhos para que se colham bons resultados.
■ Converse com os fornecedores e discuta suas idéias. Questione sobre formatos e tipos de arquivos para a produção.
■ Inove sempre.
■ O fazer diferente e o seguir por caminhos alternativos e inusitados, geralmente trazem bons resultados.


Fonte/Bibliografia: Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009


Thiago dos Santos

Como Dirigir Comissões


 O manual da IASD deixa claro que dirigir comissões é prerrogativa do Pastor Distrital ou quando em sua ausência um Ancião devidamente autorizado. Porém, cabe ao diretor de comunicação ajudar na ética relacional e princiípios básicos para expor idéias nessas reuniões.

Já imaginou votar algum assunto quando a maioria não entendeu devidamente as propostas? Ou participar de uma reunião onde a vontade de apenas algumas pessoas prevalecem e não da maioria?


Sugiro uma material prático e consciso que fez parte das minhas anotações de sala de aula quando cursei teologia. Quando colocado em prática as reuniões são rápidas, produtivas e leva em consideração princípios ético respeitando a opinião e participação dos líderes.




I - COMO PREPARAR

  • Devem constar no planejamento anual da igreja (data, horário, local, etc). Exemplo. 1o Domingo de cada mês, às 18h
  • Deve-se consultar as pessoas que participarão da reunião, para decidirem o melhor dia, horário e local.
  • Preparar uma lista dos itens a serem tratados. Só o que realmente necessita ser tratado pelos membros da igreja.
  • Planejar a mensagem devocional.
  • É bom ter alguns minutos de oração antes da reunião.
  • Entregar no culto anterior um memorando ou carta, relembrando a reunião (data, horário, local, juntamente com a agenda de assuntos).
  • Procurar estudar alguns assuntos primeiro em comissões menores, quando isto for apropriado.
  • Cuidar para que o local esteja devidamente preparado para reunião.
  • Providenciar os materiais necessários.

II - COMO CONDUZIR

  • Procure começar no horário.
  • Verificar o QUORUM .
  • Apresentar a mensagem devocional.
  • Ter momentos para oração.
  • Cuidar para que a duração da reunião seja equilibrada. Talvez seja oportuno anunciar o horário que irá terminar.
  • Verificar se o secretário está presente. Se não estiver, deve-se escolher outra pessoa para anotar. provisoriamente esta reunião.
  • Considerar um assunto de cada vez, conforme consta na agenda.
  • Incentivar a participação de todos.
  • Não permitir divagação nem agressões.
  • Utilizar perguntas.

A pergunta pode ser de várias maneiras:

  1. Dirigidas a todos os participantes
  2. Dirigida nominalmente
  3. Devolução de perguntas

  • Procurar seguir o procedimento parlamentar
  • Lembrar que o presidente não vota. A não ser para desempatar.
  • Conduzir a votos claros e precisos que indiquem quando foi o caso, quem fará, como, quando, etc.
  • Terminar no horário, agradecendo a presença e a participação.


III- COMO AGIR APÓS A REUNIÃO

  • Providenciar para que seja preparada uma ata da reunião.
  • Revisar a ata antes de apresentar à igreja.
  • Lembrar que nem todos os votos precisam ou devem ser confirmados pela Igreja.
  • Os casos que envolvem pessoas devem ser passados para a Igreja.
  • Providenciar uma cópia da ata para cada participante, quando necessário.
  • Manter sigilo
  • Agir de acordo com os votos
  • Cobrar as ações na próxima reunião se for o caso.


IV - COMO AS DECISÕES SÃO FEITAS

1. Decisões por voto ou por maioria:

Princípios essenciais das regras parlamentares:
  1. Cortesia e justiça com todos
  2. Considerar um item de cada vez
  3. A minoria precisa ser ouvida
  4. A maioria deve prevalecer
  5. O propósito das regras é facilitar a ação e não obstruí-la

Métodos de Votação:

  1. Declarando SIM ou NÃO
  2. Erguendo a mão
  3. Escrevendo em segredo

Tipos de Votação

  1. Por maioria - (A maioria é um número maior que a metade dos votos)
  2. Por pluralidade. É a maioria dos votos sem ser mais que 50% - Ex. Débora - 7 votos/ Robson - 4 votos/ Geovana - 4 votos
  3. Por 2/3 dos votos
2. Decisão Por Unanimidade:

  • Quando todos estão a favor. Isto é comum na igreja, devido aos interesses comuns dos membros e a atuação do Espírito Santo promovendo a unidade. Efés. 4:3, 12 e 13

3. Decisão por Consenso:
  • Ocorre quando pelo menos a grande maioria se inclina em uma certa direção e mesmo que alguém não concorde completamente, está disposto a acompanhar os demais.
  • O consenso é a opinião geral, o acordo. É o método que deveríamos usar ao buscarmos uma decisão em grupo.


V. COMO O CONSENSO PODE SER ALCANÇADO

1 - Para alcançar o consenso, a diferença de opinião deve ser vista como uma maneira de:

  • Reunir informação adicional.
  • Esclarecer itens.
  • Forçar o grupo a buscar melhores alternativas. Assim o conflito de idéias, soluções, etc, deve ser visto como ajuda e não como empecilho no processo de encontrar o consenso.

2 - Os membros devem evitar discutir para ganhar como indivíduos.
3 - Animar uma participação franca de desacordo.
4 - Cada participante deve ter a responsabilidade de ouvir e ser ouvido.
5 - Não se deve confundir silêncio com concordância.
6 - Deve-se procurar reduzir a tensão quando necessário.
7 - Lembrar que os melhores resultados vêm de uma combinação de informações, lógica e emoção.

Fonte: Anotações de sala de aula (Curso de Teologia - 1998)

Pr. Fabio

Explicação do símbolo gráfico IASD



Como uma organização religiosa se faz necessário tornar distinta nossa mensagem ao mundo através das igrejas e entidades representativas.

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo  foi criado. 

Simplesmente possuir um logotipo não é suficiente. É preciso usá-lo dentro dos parâmetros oficiais.

1. Explicação do símbolo gráfico

A parte mais fácil de ser identificada no logotipo é o símbolo gráfico. Com o uso consistente e continuado, o símbolo pode por si próprio tornar-se sinônimo do nome "Adventista do Sétimo Dia"

• A Chama
Essa forma é feita de três linhas em volta do círculo, na esfera implícita. As linhas representam os três anjos, de Apocalipse 14 circulando o globo, e a nossa missão de levar o evangelho ao mundo inteiro. A chama por inteiro representa simbolicamente o Espírito Santo.

• A Bíblia aberta
A bíblia forma a base do desenho e representa o fundamento bíblico de nossas crenças. Está retratada numa posição completamente aberta, sugerindo a completa aceitação da palavra de Deus.

• A Cruz
O símbolo da cruz representa o evangelho da salvação, está posicionado no centro do desenho para enfatizar o sacrifício de Cristo, que é o tema central de nossa fé. É também significativo que a Bíblia, representando a lei e a chama, representado o Espírito, apareçam junto na cruz.

2. Cores

Essa versão em três cores (GC Green para a Bíblia, GC Gold para a chama e GC Gray para a parte escrita) é a versão oficial de combinação de cores. Essas cores devem se aproximar o máximo possível do padrão, não importa qual o material ou meio utilizado.

É permitido reproduzir o símbolo nas cores naturais de materiais como bronze, pedra, vidro ou madeira para as placas ou para uso decorativo.



3. Aplicação em Fundos de outras cores

O fundo claro neutro é o melhor para o logotipo. Nunca aplique o logotipo colorido sobre um fundo colorido. Quando um fundo colorido for inevitável, o logotipo deve ser de uma cor sólida a fim de que haja contraste suficiente para assegurar uma boa legibilidade.



4. Configuração preferencial para fachadas de igrejas






Para identificar a igreja é possível a aplicação de um letreiro metálico na fachada da igreja ou em um muro ou mureta especialmente preparada para isso.

Existem kits de aplicação prontos, fáceis de instalar, de custo baixo e seguramente dentro do padrão. Consulte a associação/missão sobre esses kits de instalação.

Não encomende a reprodução do letreiro em serralherias ou artesãos que não tenham os moldes fornecidos pela associação/missão para essa finalidade, pois os letreiros poderão sair do padrão.

O guia dos "Padrões de Identificação Global da Igreja Adventista do Sétimo Dia" está disponível no Departamento de Comunicação da associação/missão.

5. Cuidados com o logotipo da Igreja

• Não mude as proporções ou posição dos elementos do logotipo.

• Use apenas partes dele, como efeito decorativo, por exemplo, a chama. Quando utilizar o logotipo, use-o completo

• Nunca mude o tipo das letras usadas para escrever "Igreja Adventista do Sétimo Dia" (o correto é o uso da fonte Goudy Old Style).

• Não abrevie para "IASD" no logotipo

• Não mude as cores do logotipo, mesmo que seja por cores parecidas.

• Sempre que usar o logotipo, deixe um espaço livre em torno dele, sem quaisquer outros elementos visuais. Esse espaço deve ter no mínimo, a mesma medida da altura do "S" de "Sétimo Dia" circundando o logotipo em todos os lados.



Fonte/Bibliografia: Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Modelo de Boletim Informativo

Durante alguns meses, meu irmão (Thiago – Colunista desse Blog), apresentou inúmeros posts e video aulas ensinando a criar boletins eficientes e baratos.

Como Pastor distrital, resolvi colocar em prática as aulas e gastar um pouco de tempo na frente do computador e criar um boletim para a igreja sede do meu distrito - Osório-RS.

Área Externa

Qualidade reduzida para web. Clique na imagem para ampliar!

Foi criado no software Photoshop com qualidade de 300DPI para uma boa impressão gráfica. Encaminhei para a gráfica com o tamanho “Letter”, uma vez que, conseguiriam fazer um bom aproveitamento de papel nesse tamanho.

Criei elementos que representam a nossa cidade (Fotos da Eólica – Símbolo da nossa cidade conhecida como a cidade dos ventos). Acrescentei as doutrinas fundamentais da igreja (Nisto Cremos), endereços, sites do distrito, horários de cultos e uma área de recorte chamada de Assistência que será dobrada para o lado interno com o objetivo de atender os visitantes.

O conteúdo externo é fixo e foram solicitados 2500 impressões para o período de 1 ano uma vez que será distribuído uma média de 40 a 50 por sábado (um por família).

Área Interna

Qualidade reduzida para web. 
Área interna meramente ilustrativa. Clique na imagem para ampliar!

O software utilizado é da Microsoft – Publisher. Poderia ser feito no Word ou qualquer outro editor de texto. Escolhi esse programa pela facilidade de se trabalhar com caixa de texto e fidelidade na impressão respeitando as margens configuradas.

O conteúdo interno é variável e será impresso uma média de 40 a 50 boletins por sábado. Nesse caso, ficaria caríssimo imprimir esta quantidade relativamente pequena e colorida, mesmo que numa gráfica expressa. Pensando na economia utilizamos uma impressora comum (Jato de Tinta) ou fazemos fotocópias. (A economia é gritante - Até 30 vezes mais).

Na parte interna, constam informações que caracterizam programações do sábado e anúncios que podem envolver eventos da semana ou do mês. Além disso, o espaço foi utilizado para divulgar escalas de pregações, reuniões de comissão, horário do pôr-do-sol, telefones dos anciãos e do Pastor distrital, escala de diáconos, aniversariantes e etc. (Notem que em pouco espaço é possível escrever muita coisa!)

Cada igreja apresentará necessidades diferentes para os seus boletins. A razão é que as atividades locais e mesmo aquelas sugeridas pelo campo local (Associação/Missão) varia de região para região, de igreja para igreja.

A minha intenção é demonstrar que dentro da nossa realidade foi possível realizar um boletim barato (Média de R$ 0,12 por boletim incluindo serviços gráficos para a área externa e impressão interna com impressora comum ou fotocópias) e que atendesse as necessidades locais.

Se você pretende elaborar um boletim para a sua igreja, não quer dizer que esse lhe servirá como único parâmetro. Antes de elaborar o Boletim da IASD de Osório eu analisei uns 10 boletins diferentes para captar idéias e adaptá-las a nossa realidade.

Viram como é fácil criar um boletim com pouco dinheiro?

DOWNLOAD DO ARQUIVO EM ABERTO:

Parte Interna (49.5 MB)
Programa: Photoshop - PSD
Link para Download: http://www.divshare.com/download/13787150-481


Parte Externa (0.81MB)
Programa: Publisher
Link para Download: http://www.divshare.com/download/13787219-d4f

Espero ter ajudado com o nosso exemplo. No que precisarem o COMIASD está a disposição dos amigos comunicadores.

Um abraço.

Pr. Fabio

Comunicação e o Aspecto Físico da Igreja


O ambiente da igreja deve ser agradável e aconchegante para despertar nos membros e visitantes o desejo de permanecer o maior tempo possível na presença de Deus. A seguir temos alguns lembretes sobre o aspecto físico da igreja:

Área exterior igreja

1. A fachada é o primeiro convite para entrar ou não entrar

a) Deve ser de bom gosto;
b) Identificada de acordo com o padrão da Igreja;
c) Deve ser mantida sempre pintada;
d) Cuidar para que esteja iluminada.

2. O terreno da igreja deve sempre estar

a) Limpo;
b) Ajardinado;
c) Embelezado;
d) Iluminado.

3. O calçamento externo deve receber cuidados

4. Placa de sinalização e identificação

a) A sinalização direciona as pessoas para as salas da Igreja. Exemplo: banheiros, salas dos departamentos;
b) Identificação é a placa que é colocada na entrada de cada sala; Exemplo: banheiro masculino, banheiro feminino, desbravadores, jovens, primários, etc.

5. Banheiros

a) Devem ser limpos permanentemente;
b) Reabastecido com papel, sabonete, toalhas;
c) Facilitar o acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais.

6. Pintura da igreja

Tanto a pintura externa e interna de boa qualidade, de bom gosto e manter sempre em ordem.

7. Área interior da igreja

a) Iluminação adequada para facilitar a leitura dos textos bíblicos;
b) Ambiente bem ventilado e arejado;
c) Limpeza não só dos bancos e do piso, mas teias de aranhas removidas;
d) Som agradável e de boa assimilação;
e) Manutenção periódica. Exemplo: goteiras, lâmpadas queimadas, cortinas, vidros, ranger de portas, etc.

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

*Foto: IASD Jd. Wanderley, Tatuí-SP

Curso de Fotografia: Aula 2 - O que é abertura do diafragma?

Diafragma é o sistema que controla a abertura por onde entra a luz que vai impressionar o filme das câmeras analógicas, ou o sensor da digitais, para produzir a imagem. Quando maior a abertura, mais luz entra, e vice-versa.
Abaixo - Exemplo do diafragma:


Diante de uma situação de baixa luminosidade é comum que fotógrafos escolham uma abertura maior para que entre o máximo de luz. A lógica é a mesma em caso de muita luminosidade, porém opta-se por uma abertura menor.

A abertura do diafragma é medida em um valor “f”. Quando menor esse valor mais aberto está o diafragma. Cada valor de “f” tem o dobro de área do próximo valor.



O uso de diferentes aberturas não só controla a passagem de luz. A consequência de alguns fatores como menor profundidade de campo pode gerar aberrações, dependendo da lente. O principal fator criativo que devemos observar é a profundidade de campo. Quando você usa uma abertura maior (valor f mais baixo) a profundidade de campo diminui, quando você usa uma abertura menor (valor f mais alto) a profundidade de campo aumenta.

Exemplo de fotografia com o diafragma aberto:




Pr. Fabio

Lista classificada

Não é a última atividade que o Ministério da Comunicação pode realizar dentro da igreja, mas é uma das idéias mais novas. Por vezes, membros da igreja precisam de serviços profissionais e pedem indicações diversas em seus círculos de amizade.

Eletricistas, pedreiros, pessoas para serviços domésticos, empregados para a indústria e comércio, advogados e dentistas são alguns dos exemplos de profissionais que, por vezes são procuradas fora da igreja simplesmente por desconhecimento de pessoas freqüentadoras dela que ofereçam esses serviços, apesar de partilharem os mesmos bancos a cada sábado.

O contrário também é possível: pessoas que precisam de emprego ou trabalho não sabem que pessoas próximas a si, dentro da igreja, têm oportunidades abertas.

A lista classificada é uma maneira de organizar as informações profissionais do grupo de membros de uma igreja e promover a troca de contatos e oportunidades dentro de um ambiente cristão e saudável.

Essa lista classificada é semelhante ao que encontramos nas listas telefônicas classificadas, mas logicamente menor. Como executá-la?

1. Lance a idéia na igreja

Lance a idéia no boletim, coloque explicações detalhadas no mural e peça para o pastor, em uma de suas datas de pregação, falar mais claramente da utilidade da lista classificada e da importância da ajuda entre os irmãos.

2. Passe uma ficha de "inscrição" para os membros

A participação na lista classificada deve ser incentivada, mas não pode ser obrigatória. Quem quiser divulgar sua área profissional e seus contatos pode fazê-lo. A ficha de inscrição deve conter os seguintes dados:

- Área de atuação
- Nome
- Telefones para contato
- E-mail (endereço eletrônico) para contato
- Endereço do site, se houver

3. Organize os dados coletados

Separe as fichas por área de atuação e em seguida, em ordem alfabética de nomes dentro de cada área.
Transcreva, então, todos os dados para uma planilha, tabela ou texto corrido mesmo, tomando muito cuidado nesse momento para não errar nenhum dado, em especial telefones.

4. Diagrame a lista classificada

Crie uma diagramação para a lista classificada, destacando as diferentes áreas de atuação.
Esse material diagramado pode ser impresso em folhas comuns e copiadas, a fim de reduzir custos. Pode também ser diagramada no modelo de cartilha ou mini-revista e ser impressa em gráfica.
Pode ainda ser gerada em formato digital e disponibilizada no site da igreja.
Você pode usar como referência as listas classificadas telefônicas e as dicas encontradas
sobre criação e produção gráfica nesse Blog.

5. Distribua para toda a igreja e para amigos da comunidade

Após estar pronta, a lista classificada deve ser distribuída para todos na igreja, mesmo para os que não quiseram incluir seus dados. Lembre-se de que quanto mais pessoas tiverem acesso a ela, mais oportunidades e relacionamentos surgirão. Se possível, distribua a lista classificada para a comunidade próxima à igreja. Além de poder gerar bons contatos profissionais, é uma atitude simpática e pode servir como um bom motivo para um primeiro contato missionário seja através da entrega em si, seja através do contato pessoal, quando os serviços forem contratados.

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Ministério da Recepção

O Ministério da Recepção consiste em organizar equipes treinadas para o trabalho de recepção em todos os programas regulares da igreja, tendo como propósito oferecer melhor impressão do amor de Jesus àquelas pessoas que são visitantes, como também aos membros efetivos da igreja.


A recepção na igreja tem o poder de abrir sorrisos e corações. "A primeira impressão é a que fica", diz o ditado popular.

A recepção não só é uma cortesia, como também uma maneira de iniciar um ambiente espiritualmente rico e agradável para o culto.

Como então organizar a recepção? Siga essas orientações básicas:

1. Determine o modelo de recepção de sua igreja

Liste todas as programações e cultos que a igreja terá no ano. Considere que a recepção será necessária em todas as ocasiões.

A seguir, imagine como seria a recepção e quantas pessoas você terá que arregimentar para a atividade durante o ano.

Finalmente, pense o que a recepção irá realizar. Coloque tudo isso num plano de recepção, um documento que será entregue para toda a equipe se familiarizar com a atividade.

2. Forme uma equipe com o seguinte perfil

■ Alegre e comunicativa;

■ Pontual e responsável;

■ Cristã e imbuída de espírito missionário;

■ Possuidora de tato, amabilidade e cortesia;

■ Boa apresentação;

■ Conhece os membros regulares da igreja a fim de poder reconhecer os visitantes.

3. Otimize o trabalho da recepção

Como a equipe estará às portas recepcionando todas as pessoas que chegam, a oportunidade é ideal para a entrega do boletim e de demais materiais que a igreja precisar repassar aos membros.
Outra atividade possível de ser realizada por essa equipe é a contagem de membros e visitantes para o censo.

4. Avalie o trabalho da recepção a cada três meses

Não se trata de avaliar as pessoas que estão ajudando na recepção, mas, sim, o modelo adotado. O que a igreja pensa a respeito da recepção: está no local correto? Está no horário correto? É um ponto eficiente de entrega de materiais?

Não é necessário fazer uma grande pesquisa para saber se é preciso algum ajuste. Converse com 4 ou 5 famílias que sempre freqüentam a igreja e que não tenham feito parte da equipe de recepção. Dessa conversa, algumas sugestões e avaliações podem ser bem aproveitadas.

Participantes desse ministério precisam estar conscientes de que:

■ Seu contato com o visitante, por mais breve que seja, pode determinar a sua conversão;

■ Seu modo de falar representa a imagem da igreja;

■ Esse trabalho deve ser precedido com muitas orações;

■ Todas as pessoas que se aproximarem da igreja, são pessoas por quem Jesus morreu, e a abordagem será um fator para atrair ou afastar;

■ Seu tom de voz é importante. Falar com voz suave; nunca coagir ou pressionar; nunca censurar a roupa dos visitantes;


Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Mural Eficiente

1. Mural Tradicional
Normalmente as igrejas já possuem um mural para anúncios. Se não for o caso da sua igreja, construí-lo é muito simples:

■ Adquira uma prancha de madeira compensada de 1 x 2 metros, pelo menos (se houver espaço para um mural maior, adquira uma prancha nas dimensões que julgar conveniente).

■ Forre a prancha com uma camada de cortiça e cubra com feltro, envolvendo as bordas todas e prendendo com grampos metálicos na parte de trás da prancha (não use pregos, pois, com o tempo, rasgam o feltro). Dê preferência para o feltro de cores sóbrias, como azul ou verde-escuro. Faça acabamento com molduras para quadros ou batentes de porta envernizado. Evite cores claras pois sujarão com facilidade no manuseio.

■ Outro material disponível no mercado é a "placa isolante", comprada em madeireiras, que dispensa a madeira e a cortiça, basta revestí-la com feltro.

■ Faça o acabamento nas beiradas da prancha com molduras para quadros ou batentes de porta envernizado.

■ Escolha uma parede em frente à qual haja circulação de pessoas certificando-se também que haja espaço para pessoas pararem para ver o mural sem impedir a circulação dos demais membros. Normalmente, o Hall da igreja tem espaço suficiente para isso.

■ Mural de Vidro: outra sugestão é colocar somente um vidro com espaçador na parede do hall de entrada. A manutenção é simples e de aparência agradável, sendo os anúncios fixados com fita adesiva dupla face.

2. Cuide da manutenção do mural

Use apenas alfinetes do tipo "percevejo" para prender os cartazes. Cola ou alfinetes longos estragam o feltro, que dura muito pouco sem os devidos cuidados. Limpe-o apenas com uma escova de carpete, sem usar produtos químicos e sempre mantenha a madeira da moldura bem polida.

Caso haja incidentes ou vandalismo, como rasgos no feltro ou inscrições, retire imediatamente o mural e conserte-o, sem deixá-lo exposto. É melhor passar uma semana sem o mural do que apresentá-lo vandalizado, o que o desvalorizaria conseqüentemente o seu conteúdo.

3. Crie áreas de interesse no mural

Divida o mural em áreas de assuntos ou temas, que podem inclusive ser indicadas com o nome de cada seção.

Exemplo:

Notícias da igreja em geral, ASN (Agência Sul-Americana de Notícias) e Portal Adventista, Programações Musicais, Atas e Relatórios, Produtos e Serviços, Programas de Rádio e TV, Jovens, Desbravadores e Aventureiros, etc. Isso gera uma leitura mais eficiente do mural e desperta o interesse dos membros, que sempre podem observar, mesmo de longe. Poderá ser usado o logotipo de cada departamento para uma melhor visualização.

4. Autorize o mural

O mural deve se comportar como o boletim: todos os conteúdos devem ser entregues para uma única pessoa e somente o Departamento de Comunicação deve colocar e retirar materiais dele, com o intuito de evitar materiais inapropriados para o ambiente da igreja ou que tomem o lugar de materiais mais importantes e que ficariam de fora do mural por falta de espaço.

5. Atualize o mural

Sempre que chegar material para o mural, classifique-o como URGENTE, IMPORTANTE ou OPCIONAL.

Os materiais URGENTES são os que têm prazo certo para ser expostos, pois têm datas certas para acontecer. Exiba-os o mais rapidamente possível, mas não se esqueça de retirá-los imediatamente após a data limite. Materiais com data vencida desvalorizam o mural.

Os materiais IMPORTANTES são os que anunciam campanhas da igreja ou da associação/ missão, eventos especiais, programações de rádio e TV sem datas específicas. Desde que haja espaço, devem ser todos colocados em suas áreas de interesse, mas não devem passar de quatro semanas de exibição, tempo médio para que termine o interesse por eles. Retire-os após esse período para dar mais dinâmica ao mural.

Finalmente, os materiais OPCIONAIS são aqueles que podem ser colocados, caso haja espaço na área que se destinam, como anúncios de escolas e universidades da rede adventista, oferta de serviços e produtos, etc. Devem seguir a mesma orientação das quatro semanas de exibição, no máximo.

6. Divulgue o mural

Parece um contra-senso divulgar um espaço que existe para divulgar outras coisas. Mas a verdade é que quando o mural for lançado ou re-lançado em sua igreja, inclua por alguns sábados seguidos no boletim ou nos anúncios a importância de visitar o mural a cada reunião, indicando que algumas informações interessantes só estarão disponíveis lá.

Mas atenção: realmente guarde algumas informações só para o mural! Se todas as informações do mural saírem no boletim, além de tomarem muito espaço nesse material informativo, tornarão o mural um local sem utilidade prática. Faça dele, portanto uma fonte indispensável e ele certamente terá sucesso em sua igreja!

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Curso de Fotografia: Aula 1 - O que é exposição?

Sejam bem vindos ao primiero módulo do curso de fotografia COMIASD.

Na aula de hoje explicaremos o que é exposição.

Exposição se refere à quantidade de luz usada para formar uma fotografia. Desde o ensino fundamental aprendemos que é possível enxergar por que tudo reflete luz. Esse é um princípio básico e por isso que surgiram as máquinas fotográficas.

Para se fotografar é necessário uma quantidade de luz que passa pela lente e chega ao receptor que pode ser um sensor digital ou filme. Desta forma, criam-se imagens estáticas que se chama de fotografia. Essa luz não pode ser “demais ou de menos”.

Se for demais a foto ficará superexposta. (Escura). Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam pretos com poucas informações de cor ou luminosidade. Se for de menos a foto ficará subexposta (Muito clara). Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam “estourados”, brancos e com pouca informação de cor ou luminosidade.

A exposição é baseada em três fatores:

1. Abertura do diafragma
2. Velocidade do obturador
3. ISO

Esses fatores controladores de luz da câmera são essenciais para uma fotografia adquirir qualidade em ambientes de iluminação diferente, mas isso explicaremos nas próximas aulas.

Como expor corretamente?

Geralmente as câmeras modernas dispõem de um mecanismo para informar se a exposição está correta. Nem sempre essas informações são 100% confiáveis, mas serve de um bom referencial. Com o tempo a familiarização com a Câmera o ajudará na busca de cálculos mais corretos de exposição.

Esse dispositivo é uma régua de exposição. Veja figura baixo:

Conforme a figura acima, se o retângulo estiver no meio desta régua informativa, a câmera está considerando a entrada de luz ideal para fotografar. No caso de ser negativo significa pouca luz (subexposta) e positivo (superexposta) excesso de luz.

Modo de medição de exposição

Algumas câmeras possuem “Metering Mode” (Modo de Medição de exposição). Em situações que fundo é claro demais (Fotos com fundo branco ou com luz direta) é importante configurar para expor somente o que está no “meio do visor”. Desta forma a parte mais clara ou a parte muito escura é desconsiderada para se ter uma exposição mais correta.

Por hoje é só!

Em breve saiba o que significa a abertura do diafragma.

Pr. Fabio

Murais e quadros de avisos

Murais e quadros de avisos são ferramentas muito úteis que agilizam a comunicação interna e, quando bem aproveitados, são ótimos apoiadores para boletins e anúncios públicos.

Como todo material fixo, eles requerem cuidados na manutenção, tanto física quanto do conteúdo, e isso é responsabilidade do Departamento de Comunicação da igreja.

Tipos de conteúdos

1. Programações da própria igreja
São cartazes e anúncios de programas jovens, infantis, semanas especiais, batismos, séries de conferências, etc.

2. Programações Futuras que acontecerão na igreja
São os cartazes que são geralmente enviados pelos departamentos da associação/missão (como Jovens, Desbravadores e Aventureiros, Mordomia Cristã, Lar e Família e Saúde e Temperança), conjuntos musicais, rádios e TV que anunciam seus programas, entre outros.

3. Relatórios de departamentos da igreja
Relatórios prestando contas aos membros da igreja. Normalmente são cheios de números e tabelas completamente ininteligíveis se forem faladas.

4. Atividades que possam interessar aos membros
Cartazes e anúncios de cursos, escolas, promoções de produtos relacionados à igreja ou ao estilo de vida adventista, como alimentos da Superbom, oferta de serviços dos próprios membros da igreja, convites de casamento, etc.

Para ser eficiente o mural ou quadro de avisos apenas uma coisa é necessária: que os membros tenham o hábito de consultá-los.

O papel do Departamento de Comunicação é fazer com que eles sejam agradáveis e que realmente sejam vistos como uma fonte importante de informações e não somente um depósito de cartazes sem interesse.

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Não perca a próxima postagem "Mural Eficiente"

Thiago dos Santos

Formas de Tratamento

Umas das características do estilo da correspondência oficial e empresarial é a polidez, entendida como o ajustamento da expressão às normas de educação ou cortesia. A polidez se manifesta no emprego de fórmulas de cortesia ("Tenho a honra de encaminhar" e não, simplesmente, "Encaminho..."; "Tomo a liberdade de sugerir..." em vez de, simplesmente, "Sugiro..."); no cuidado de evitar frases agressivas ou ásperas (até uma carta de cobrança pode ter seu tom amenizado, fazendo-se menção, por exemplo, a um possível esquecimento...); no emprego adequado das formas de tratamento, dispensando sempre atenção respeitosa a superiores, colegas e subalternos.

No que diz respeito à utilização das formas de tratamento e endereçamento, deve-se considerar não apenas a área de atuação da autoridade (universitária, judiciária, religiosa, etc.), mas também a posição hierárquica do cargo que ocupa.

Aqui seguem algumas formas de tratamento (As mais comumentes usadas pelos comunicadores da IASD):

Presidente:

A carta começa com: Excelentíssimo Senhor Presidente da República
No corpo do texto: Vossa Excelência
Endereçado em envelope como: Digníssimo Presidente da República Federativa do Brasil ou Ao Excelentíssimo Presidente da República.

Ministro do Estado
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Digníssimo Ministro Fulano de Tal

Membros do Congresso Nacional
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Deputado Fulano de Tal ou DD. Membro da Câmara Fulano de Tal.

Governadores e Prefeitos
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor Governador/Prefeito
No envelope: Ao Excelentíssimo Senhor Fulano de Tal ou DD. Governador Fulano de Tal

Reitor e Vice-Reitor de Universidade
A carta começa com: Vossa Magnificência ou Vossa Excelência
No corpo do texto: Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor
No envelope: A Sua Magnificência o Senhor Fulano de Tal ou Digníssimo Reitor Fulano de Tal.

Desembargadores municipais e delegados de polícia
A carta começa com: Vossa Senhoria
No corpo do texto: Ilustríssimo Senhor ou Prezado Senhor
No envelope: Ao Senhor Fulano de Tal ou A Sua Senhoria o Senhor Fulano de Tal

Escrevendo para Organizações
Se você estiver escrevendo para uma organização ou instituição, tente primeiro descobrir por telefone o nome da pessoa que deverá receber sua carta, além da maneira pela qual ela prefere ser tratada.

Se você não tiver tempo ou oportunidade para descobrir esse tipo de informação, procure não se dirigir à organização genericamente. Em geral, há um funcionário especializado, a que você pode se dirigir. Segue-se uma lista de organizações e instituições, com o título da pessoa a quem você deve dirigir-se.

Associação: Presidente
Autoridade Policial: Chefe de Polícia
Banco: Gerente
Câmara do Comércio: Presidente/Secretário
Cartório: Tabelião
Cartório de Registro: Escrivão
Clube: Presidente/Secretário
Colégio: Diretor/Professor/Supervisor
Comissão: Membro da Comissão/Secretário
Comitê: Presidente
Companhia/Sociedade Anônima: Presidente
Confederação: Presidente
Conselho: Secretário-Geral
Conselhos ou Juntas: Secretário
Construtora: Gerente/Administrador
Corte: Juiz
Distrito Policial: Superintendente
Fundação: Presidente/Diretor
Instituto/Instituição: Diretor
Ministério: Ministro
Museu/Galeria: Diretor
Organização: Diretor
Repartição Pública: Chefe
Sindicato: Presidente/Secretário
Sociedade: Secretário/Administrador
Tribunal: Secretário/Escrivão
Unidade das Forças Armadas: Oficial Encarregado
Zona Eleitoral: Funcionário de Registro
A forma habitual de se iniciar uma carta para uma organização é utilizando-se as expressões Prezado Senhor ou Prezada Senhora. Estas cartas geralmente devem terminar com a expressão Atenciosamente. Se você souber o nome da pessoa a quem deve dirigir-se, use então Prezado Sr. Fulano de Tal e termine com Cordialmente. Se a pessoa for uma mulher, e você não tiver certeza de seu estado civil (Senhora ou Senhorita) ou de seu status profissional (Dra.), escreva seu nome completo no envelope e na parte superior da folha (junto com seu endereço), e simplesmente comece a carta com Prezada Senhora.

Fontes: www.pucrs.br e revista seleções

Pr. Fabio

Apresentação dos Componentes da Plataforma

Olá amigos comunicadores.

Por vezes a igreja confia-lhe a responsabilidade de apresentar os componentes da plataforma. Sempre que possível, por uma questão de ética, deve-se apresentar os componentes para que as visitas notifiquem os participantes. Além de apresentá-los com as suas respectivas funções, não deixa de ser uma forma de agradecimento pela participação dos convidados para dirigirem o culto sagrado.

Tenho visto apresentações em diversas igrejas que não alcançam o seu objetivo proposto - Ou são apresentações formais ou muito informais partindo para gracejos e piadinhas.

Como se trata de um local onde as pessoas assumem a representação de "Instrumentos nas mãos de Deus" para comunicar a igreja uma mensagem Divina, deve-se levar em consideração que o ambiente denota reverência por lidar com assuntos sagrados. Por isso, ao apresentar diga o nome completo e funções e evite contar intimidades ou histórinhas - Não cabe a circusntância esse procedimento. A exaltação é exclusiva a Deus e não aos convidados.

Para apresentar a plataforma, siga os seguintes conselhos:

  • Apresente primeiramente o pregador. Fig. 1
  • A seguir apresente: O que está assentado ao lado direito do pregador. Fig 2
  • Depois apresente o que está ao lado esquerdo do pregador. Fig 3
  • E assim sucessivamente. Fig 4 e 5
Vale ressaltar que o comportamento adequado não é uma prerrogativa exclusiva de quem apresenta, mas também de quem é apresentado. O anunciado ao ouvir sua apresentação, deverá dar-se a conhecer ao auditório de maneira sóbria - discreta.

Figura:


Pr. Fabio

A comunicação e a missão


"E disse-lhes (Jesus): Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16:15).

A comunicação é o elemento básico da pregação da mensagem. Sem ela, a missão confiada aos homens estará comprometida, uma vez que lidarão com idéias e com a necessidade de expressá-las a um número cada vez maior de ouvintes. A clareza da exposição dessas idéias dependerá do domínio das técnicas da comunicação, bem como da correta utilização dos princípios que a regem. Essa comunicação deve ser efetivada com e sem palavras, ou seja, pela pregação e pelo testemunho.

O crescente número de rádios e canais de TV que estão à disposição da Igreja é outro elemento que enfatiza essa necessidade. O despertamento desses veículos ressaltou a necessidade de se levar o evangelho às pessoas com a utilização dos mesmos, bem como de se fazer um acompanhamento do trabalho envolvido. "Todos quantos estejam relacionados com a obra devem manter idéias novas" (Evangelismo, p. 178).

Em virtude de estarmos vivendo a era da informática e da eletrônica, torna-se imprescindível um contato com estes elementos para que haja uma contextualização de nossos métodos, tornando-os compatíveis com as exigências desse tempo. "Deus deseja que sigamos métodos novos, ainda não experimentados" (Evangelismo, p. 125).

Entretanto, a comunicação que objetiva levar uma mensagem que transforme a vida das pessoas não se faz através de um processo meramente técnico, mas primordialmente espiritual.

A linguagem deve carregar os sentimentos e a verdade - que é Jesus. Essa linguagem, além de ser suave e simples, deve conter em sua delicadeza uma força tal que fertilize a mente, o coração e transforme a vida. Essa comunicação não é a responsabilidade de qualquer tipo de linguagem, mas é o privilégio de quem se propõe a pregar aquilo que vive: Jesus. Acima de tudo, a comunicação dentro do ministério prova que você não comunica o que você quer; você comunica, primeiramente, o que você é. Para tanto, é preciso se entregar cada vez mais ao Espírito Santo para ser usado por Ele.

"Mas o professor da verdade sagrada só poderá comunicar aquilo que ele conhece por experiência própria. 'O semeador semeia sua semente. ' Cristo ensinava a verdade, porque Ele era a verdade. Seu pensar, seu caráter, sua experiência da vida eram incorporados em seus ensinos. Assim também é com seus servos; os que querem ensinar a Palavra de Deus precisam apropriar-se dela pela experiência pessoal" (Parábolas de Jesus, p. 43).

Bibliografia:
• Bíblia sagrada
• White, Ellen G. Evangelismo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1999
• White, Ellen G. Parábolas de Jesus, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1999
• Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Declaração de ética para os comunicadores adventistas do sétimo dia


O evangelho comissiona seus discípulos a se comunicarem. Assim sendo:

1. Glorificar a Deus é o propósito final de toda comunicação;

2. O contexto de todas as mensagens deveria ser as boas novas do amor de Deus e a esperança da segunda vinda de Jesus Cristo;

3. Os comunicadores adventistas respondem aos aspectos culturais, crenças e valores da igreja e se expressam como membros fiéis da mesma;

4. Toda comunicação legítima ou mídia profissional tem um chamado santo que requer compa-nheirismo, apoio e respeito pelo meio, mensagem e companheiros de comunicação;

5. Tornar prioridade a liberdade para comunicar-se com integridade, abertura, objetividade, ho-nestidade, sensibilidade, diversidade e excelência; os obreiros e constituintes devem ser informa¬dos da necessidade da comunicação transparente, aberta e honesta;

6. Afirmamos que a verdade e a confiança são essenciais ao viver responsável; e a coerência e a fidelidade para com a verdade deveriam predominar sobre o imediatismo e o sensacionalismo;

7. Todas as nossas produções de mídia deveriam ser elevadas, confiáveis e enobrecedoras do leitor/telespectador e incentivar a fé viva, a religiosidade prática e o compromisso de fortalecer a comunidade;

8. Todo profissional de comunicação é obrigado a expandir seu conhecimento e acentuar suas capacidades mediante a afiliação e participação em organizações profissionais, a educação contínua e o desenvolvimento profissional, a fim de manter elevados padrões de excelência proporcio¬nais à disciplina de comunicação;

9. As atividades de comunicação deveriam estar isentas de conflitos de interesses; o nepotismo e o favoritismo não têm lugar na contratação e promoção de comunicadores e seu staff; a contra¬tação deve ser justa e não estar baseada na influência indevida;

10. As mensagens da organização da igreja, direcionando a atividade dos comunicadores, deve-riam legitimamente refletir sua identidade e seus valores bem como estar estruturadas em todas as decisões e escolhas morais.

Adotada do Conselho Mundial de Comunicação, Silver Spning, Manyland, 22 de março de 2006.
Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Expressões Prolixas

Linguagem prolixa é aquela desenvolvida através de termos e expressões supérfluas, digressões inúteis, excesso de adjetivos, períodos extensos e emaranhados. Utilizar mil verbos para dizer algo que poderia ser dito com um ou dois torna a leitura cansativa e prolixa.

Ser prolixo é ficar “enrolando”, “enchendo lingüiça”, não ir direto ao assunto.

Inúmeras vezes alguém pode ser vítima desse problema em suas apresentações escritas ou verbais. Para facilitar a compreensão desse assunto, selecionei algumas expressões longas (prolixas) e sugeri a troca por expressões leves e precisas.

(NÃO USE) Anexo à parte (USE) Anexamos
(NÃO USE) Em anexo (USE) Anexo
(NÃO USE) Seguem em anexo (USE) Anexamos
(NÃO USE) Vimos solicitar (USE) Solicitamos
(NÃO USE) Levando ao seu conhecimento (USE) Informamos
(NÃO USE) Conforme acordado (USE) De acordo
(NÃO USE) Acusamos o recebimento (USE) Recebemos
(NÃO USE) Somos de opinião (USE) Acreditamos
(NÃO USE) Acima citado (USE) Citado
(NÃO USE) Temos a comunicar que (USE) Informamos
(NÃO USE) Vimos agradecer (USE) Agradecemos
(NÃO USE) Estamos enviando (USE) Enviamos
(NÃO USE) Uma fatura no valor de R$ (USE) Uma fatura de R$
(NÃO USE) Durante o ano de 200_ (USE) Em 200_
(NÃO USE) Com referência ao (USE) Referente ao
(NÃO USE) Devido ao fato de que (USE) Por causa
(NÃO USE) Antecipadamente gratos (USE) Agradecemos

Fonte: Manual com Orientações para Comunicadores - Luis Alberto Nadaline

Pr. Fabio

Produção Gráfica - Parte 10 - “Video-aula - 2”


Olá Amigos Comunicadores.

Nesta vídeo aula aprenderemos a gerenciar texto e dividir os espaços no Photoshop.






Download (Qualidade Boa!)



Video (Qualidade Inferior!)



Thiago dos Santos

Sucesso na oratória aplicada a Estudos Bíblicos

Já houve alguma ocasião de sua vida em que você se dava muito bem com alguém?

Talvez, esse alguém fosse um amigo, um namorado ou namorada ou até mesmo um parente. Imagine-se vivendo novamente essa ocasião e pense o que havia de tão especial naquela pessoa para que tudo fosse harmonioso.

Provavelmente, você diria que pensávamos da mesma forma, gostávamos das mesmas coisas, dos mesmos filmes, dos mesmos livros, das mesmas musicas, o modo de falar, de sentar, etc.

A verdade é que vocês tinham entre si, um elemento básico que se chama sintonia ou harmonia. Isto é a habilidade de penetrar no mundo da outra pessoa e fazer com que ela sinta que você a entende e que tem um vinculo comum. Esse vinculo desperta muitas coisas, como a confiança, e seria útil para uma comunicação eficaz na evangelização.

É a perfeita comunicação!

A comunicação entre as pessoas ocorre por meio de palavras, embora estudos mostram que apenas 7% das comunicações entre as pessoas ocorram por palavras, 38% da comunicação se dá através do tom de voz e 58% da comunicação entre as pessoas se fazem através da fisionomia ou linguagem do corpo. A expressão facial, os gestos e os movimentos das pessoas definem muito mais o que elas estão dizendo do que as palavras em si.

Exemplo:







Um humorista famoso com algumas palavras consegue fazer o publico rir.





Veremos o que acontece quando alguém está em sintonia com outra pessoa:

Se uma cruza os braços, a outra também cruza, se uma passa a mão no cabelo a outra também passa. E assim por diante, um procura imitar o outro.

Quando há sintonia com alguém, descobre-se coisas em comum. Esse processo chama-se espelhagem.

Enquanto as palavras são captadas pelo consciente da mente da pessoa, a fisiologia está sendo captada no inconsciente e é lá que o cérebro trabalha e pensa assim: essa pessoa é igualzinha a mim, que bom, ela é 10. E assim gera uma grande sintonia.

Gostaria de despertar confiança quando fala?

Se desejar entrar em sintonia com alguém, comece então a observar e a espelhar o tom de voz, a velocidade com que ela fala, a pausa, as palavras, capte as frases favoritas dela, imite a postura, os gestos, a expressão facial, até mesmo a forma de respirar. Pode até parecer absurdo, mas é assim mesmo que funciona o processo de espelhagem.

Quando se decorre o processo de estudar a Bíblia é necessário que haja uma comunicação fluente do emissor para o receptor para que toda a verdade seja decodificada, experiente espelhar-se no receptor da mensagem e veja a diferença quando se cria vínculos, sintonias e um laço de confiança.

Thiago dos Santos

Bibliografia:

Orivaldo E. Santos, Oratória, A Dinâmica da Comunicação

Evangelismo com Fórum

Esse é um espaço para discussão e troca de ideias. Nele, o internauta pode fazer comentários, perguntar, criticar e opinar sobre vários temas. Ao lado das listas de e-mails, é um dos modelos mais antigos de agrupamento virtual.

Dicas:

1. Escolha o tema do fórum e providencie moderadores com tempo disponível para interação com o internauta bem como policiar a participação de usuários que tentam desvirtuar a boa imagem e os objetivos do fórum.
2. Sugestões de fórum: Métodos modernos de evangelização, sinopse de livros religiosos, saúde, ciência e religião, aconselhamento, entre outros.

Onde criar?

•    Procure na internet fóruns por áreas de discussão. Exemplo: Fórum de saúde - www.saudeforum.com.br


Pr. Fabio

Evangelismo com Sites Wiki

Sites desse tipo permitem alterar, apagar, reescrever ou adicionar conteúdos. O modelo mais conhecido é a Wikipédia, a enciclopédia virtual que surgiu em 2001, escrita e atualizada pelos usuários.

Apesar disso, o Wiki possui conotação de enciclopédia virtual e não pode aceitar qualquer tipo de conteúdo. Esperam-se matérias bem elaboradas e que contenham boas fontes de referências.

Dicas:

1. Excelente oportunidade para escrever sobre fatos históricos, doutrinas e atividades dos diversos setores da igreja, podendo despertar o interesse do pesquisador em conhecer a Igreja Adventista.
2.Verifique a política de publicação do site Wiki.

Onde criar?

•    pt.wikipedia.org


Próxima Dica: Evangelismo com Forum

Pr. Fabio

Evangelismo com Podcasts

Essa é uma forma de distribuição de arquivos digitais pela internet, frequentemente em formato MP3 ou AAC. Geralmente apresentam vários programas ou episódios, como se formassem um seriado de arquivos. Ficam hospedados em um endereço e, por download, chegam ao computador pessoal. É como um programa de rádio, com a diferença de que não é ao vivo.

Dicas:

1. Elabore os arquivos e disponibilize-os preferencialmente em ordem cronológica.
2. Divulgue para amigos e sites de cadastro para Podcast.

Como criar e onde hospedar?

•    Use softwares editores de áudio como: Audacity, Mptrim, Sound Forge.
•    Para Hospedar use blogs, agregadores de Feeds ou portais de cadastro como o “www.podcast1.com.br”.


Próxima Dica: Evangelismo com Sites Wiki

Pr. Fabio

Produção Gráfica - Parte 9 - “Video-aula - 1”


Olá Amigos Comunicadores.

Nesta Video-aula será apresentado os seguintes tópicos:

• Noção básica dos programas (Photoshop, Indesign e Ilustrator)
• Como criar o arquivo e usar Guides
• Trabalhando com links no Indesign
• Usando Sangrias

Download (Qualidade Boa!)



Video (Qualidade Inferior!)




Thiago dos Santos

Alinhando Idéias!


Em muitas situações na igreja fica difícil aprovar uma linha de comunicação entre o grupo responsável por um evento, propaganda, etc. O motivo é o conflito de idéias e conceitos diferentes. Qual a maneira de resolver isso?

A solução está em aplicar a técnica de “brainstorming”

O que é um Brainstorm?

O brainstorming é uma tempestade de idéias onde facilita a produção de soluções e possui duas fases principais:

• A produção de idéias
• Avaliação das idéias propostas

Tem como princípio básico o julgamento adiado, assim contribui para a produção de idéias, o uso da imaginação e a quebra de barreiras mentais. Primeiro é lançado todas as idéias, anotadas, e apenas no final são julgadas.

Essa técnica de resolução criativa de problemas foi inventada por Alex F. Osborn em 1938, presidente na época de uma importante agência de publicidade norte-americana.

Qual o objetivo do Brainstorm?

É produzir o maior número de idéias.

Como organizar um Brainstorm na igreja.

1. O grupo deverá ser de quatro a doze pessoas, sendo o número ideal de seis participantes.

2. A escolha de um coordenador é importante podendo facilitar sessão de brainstorming ou destruí-la. É preferível que seja um facilitador do processo criativo.

3. Escolher escribas conforme o tamanho do grupo para anotar as idéias. Como é fundamental ao brainstorming que haja velocidade um grupo de sete participantes já exige dois escribas.

4. Prevenir que não ocorram interrupções durante a sessão. O material necessário resume-se ao utilizado pelos escribas. (papel e caneta)

5. Na escolha dos participantes, é sempre bom ter um grupo misto Homens e Mulheres.

Regras do Brainstorm.

No começo da sessão cabe ao coordenador lembrar ao grupo as regras da sessão de brainstorming.

1. Não Julgar: Aos poucos as idéias vão sendo pronunciadas, todo o tipo de crítica positiva ou negativa é adiada para a etapa final. Durante a sessão, não se elogia, não se critica, não se zomba, nem se faz caretas de julgamento diante de nenhuma idéia. Apenas tenta-se tomar carona ou mesmo reconstruir a idéia do outro, sem, porém lhe fazer qualquer referência.

"Deixar de suspender o julgamento durante um brainstorming é como tentar obter água quente e fria de uma mesma romeira ao mesmo tempo: as idéias não saem suficientemente quentes; a crítica não é adequadamente fria e, em conseqüência, os resultados são mornos". Lee H. Bristoi

2. Livre Fala: Vale tudo, idéias "loucas" ou cheias de humor são bem vindas, não se deve temer qualquer idéia que venha a cabeça por mais ridícula que possa parecer. Esta liberdade estimula a geração de idéias não somente em maior quantidade, mas também com maior diferenciação. A crítica sensata terá sua hora. Não antecipe por nenhum motivo.

3. Contribuição: Além da contribuição individual de idéias, devem-se procurar sugestões de como melhorar as idéias dos outros participantes e como juntar duas ou mais para obter uma melhor.

4. Quantidade: No brainstorming não se está em busca da qualidade, mas sim da quantidade de idéias. Quanto maior o número de idéias, maiores serão depois as probabilidades de encontrar idéias boas. Será mais fácil podar uma longa lista de idéias alternativas do que engordar uma lista magrinha.

Seguindo esses passos as idéias serão alinhadas, soluções grandiosas e conceitos interessantes vão surgir. Antes de iniciar a seção é importante que o grupo esteja descontraído, um filme, uma conversa, para todos se sentirem à-vontade espantando a inibição, ou algo para envolver os participantes.

Resumindo: o grupo lança muitas idéias sem avaliação ou críticas prévias. O escriba anota todas. Quando estiver com muitas idéias o grupo se reuni para alinhar, descartar, criticar, elogiar ou unir mais de uma idéia formando um conceito único.

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 8 - “Cores no processo de impressão gráfica”


Fatores que alteram a percepção da cor:

Fatores do meio ambiente, incidência de luz e a umidade do ar, bem como a proximidade de outras cores influenciam a percepção de uma cor. Cada máquina utilizada para produzir uma peça, seja um scanner, uma impressora ou uma máquina de impressão gráfica, reproduz a cor de modos diferentes. Mesmo dois monitores, com as mesmas especificações, podem apresentar tonalidades de cor diferentes um do outro.

Monitores e scanners reproduzem as cores utilizando o sistema RGB. Já as impressoras e gráficas utilizam o sistema CMYK (cores pigmento primárias) - pigmentos nas cores preta, amarela, ciano e magenta, impressos em papel através de retículas que se combinam em proporções.

Assim, o sistema RGB e o CMYK constituem dois modelos diversos para descrever cor conforme a mídia utilizada. É preciso considerar também que, na impressão, a cor muda segundo o papel e a tinta que se utiliza e o acabamento que pode ser feito com vernizes brilhantes ou mates.

Para especificar as cores, utilizam-se as escalas industrializadas. A mais utilizada é a escala PANTONE ou a escala CMYK

Confira neste link um livro muito útil, seu conteúdo traz escalas CMYK e combinações de cores prontas facilitando em qualquer produção, principalmente para os não profissionais.


Cores no Processo de Impressão Gráfica

Quando criamos uma peça a cores, esperamos que o resultado final seja o que planejamos. Para conseguir isto precisamos de três coisas:
• Uma clara compreensão do processo de cor e de como ela é vista e impressa por diferentes máquinas;
• Um conhecimento dos processos comerciais de impressão;
• Uma comunicação bem estabelecida com o fornecedor.


Separação de cor no Processo de Impressão Gráfica

Para imprimir uma arte a cores, primeiro separam-se as cores, produzindo-se um filme em positivo (fotolito) para cada cor, separadamente. O processo de produção desses filmes era feito fotograficamente. Hoje, utilizam-se máquinas chamadas "imagesetters" que transferem as imagens do computador diretamente ao filme.

Impressão digital direta (sem fotolito)

Na impressão digital direta as prensas são conectadas à estação de trabalho que criam arquivos post script a partir de arquivos digitais. As prensas não requerem fotolitos e, em alguns casos, nem mesmo chapas de impressão.

Algumas dessas prensas transferem as informações através de cilindros eletro fotográficos, em vez de chapas usam toners para imprimir páginas à quatro cores. Este processo presta-se para pequenas tiragens. Outras mandam a informação digitalizada diretamente para as chapas da prensa e têm sido utilizadas para impressão em rotogravura que serve para grandes tiragens como nas revistas.

Tintas prontas (SPOT COLORS)

As tintas prontas são pré-misturadas antes da impressão. Uma tinta utilizada a 100% vai imprimir uma cor chapada e o fotolito apresenta-se liso, sem retículas. Para clarear as áreas impressas com uma cor utilizam-se retículas, como no processo de meios tons em preto e branco. Ao misturar cores prontas, aplicam-se percentuais de retículas nas áreas a serem misturadas.

Impressões a duas cores são chamadas de dicromias, a três cores de tricomias e, a quatro cores ou mais, de policromias. Para utilizar tintas prontas deve-se ter em mãos o catálogo do fabricante para especificá-las sem erro.

Tintas processadas (PROCESS COLOR)

Cores processadas são obtidas pela impressão das cores CMYK em retículas. As tintas utilizadas no processo CMYK são também chamadas de escala Europa.

Teoricamente, com a mistura CMY (três cores primárias) deveríamos ter também o preto. No entanto, na prática, isto não é possível pela qualidade dos pigmentos que não é ideal. O amarelo tende a clarear as misturas para a tonalidade marrom. Assim, para conseguir uma boa qualidade final e sombras bem marcadas, usamos o preto juntamente com as primárias. Outra razão é que, se imprimíssemos as três cores a 100%, a camada de tinta ficaria muito densa reduzindo a qualidade.

Cores especiais

Chamam-se especiais às cores utilizadas além das quatro cores primárias. Por exemplo, os dourados e prateados, também chamadas de quinta cor.

Processos de Impressão da Cor

Pode-se escolher a representação da cor entre vários processos de impressão, dependendo do tipo de trabalho que se executa:

Off Set

É um processo derivado da litografia (gravura em pedras). O princípio da litografia é aquele que diz que água e óleo não se misturam. A chapa de impressão fixa a tinta porque a área onde está a imagem é tratada para receber uma tinta com base em óleo e rejeitar a água. Nas gráficas mais antigas, passa uma cor de cada vez na chapa e as cores têm que ser trocadas . Em gráficas mais modernas, as impressoras contém unidades que imprimem uma das cores primárias de cada vez, mas o processo é contínuo e automático para as quatro cores ou mais cores. Veja os Procedimentos.


1o) Expõe-se a imagem do fotolito com a separação de cor sobre uma chapa recoberta com uma substância sensível à luz, passando por um processo semelhante ao da revelação fotográfica. A imagem revelada na chapa é um negativo, coberto por uma substância química que atrai a tinta e repele água. A área onde não há imagem para imprimir, atrai a água e repele a tinta.

2o) Molha-se a chapa. A chapa é colocada num cilindro rotativo e, primeiramente, entra em contato com um rolo molhado, para depois passar ao processo de impressão.

3o) Entintamento. Um rolo de tinta aplica uma fina camada de tinta a base de óleo na chapa, entintando a área de imagem a ser impressa.

4o) Um rolo de borracha é pressionado contra a chapa de impressão e carrega a tinta que ali foi depositada. A borracha é utilizada por sua capacidade de pressão suave sobre o papel, distribuindo de maneira uniforme a tinta.

5o) Impressão. É o último passo. O rolo de borracha passa sobre o papel e é feita a impressão da cor.

Flexografia

A flexografia utiliza imagens planas, sem retículas pequenas, impressas numa chapa de borracha ou photopolímero que imprimem diretamente sobre a superfície. A flexibilidade da chapa de impressão permite imprimir sobre superfícies irregulares como latas de alumínio, embalagens de plástico ou cartões corrugados. É também um processo mais econômico do que o offset. É muito utilizada em embalagens.

Rotogravura

A impressão em rotogravura utiliza um cilindro no qual a superfície é escavada. São essas escavações que permitem o depósito da tinta. É uma impressão utilizada para impressões de alta qualidade e de grandes tiragens pela sua capacidade de reprodução sem ganhos de ponto mas também pelo seu alto custo.

Serigrafia ou silkscreen

É um método relativamente simples. Têm-se uma tela na qual, através de processo fotográfico, alguns pontos são obstruídos com emulsão. As áreas não obstruídas retêm a tinta, que é passada com um rodo, para posterior impressão. É um processo artesanal, indicado para pequenas tiragens. Usa-se muito Silk em camisetas promocionais pelo baixo custo no processo.

Termografia (Xerox, Fiering)

É um processo que não utiliza solventes, mas um toner que fixa um pó onde a imagem será revelada. O pó passa por uma fonte de calor que faz a sua fusão resultando na imagem.

HI-FI

A impressão de alta fidelidade usa um processo adicional de tintas para reproduzir as cores do espectro. Por exemplo, uma revista impressa em alta fidelidade deverá utilizar laranja, verde e roxo, além das primárias. A impressão será feita em sete cores. Este processo dá um ganho de 20% no croma da imagem.

Cor traz um assunto extenso, poderia apresentar facilmente dez postagens, mais todo este conteúdo apresentado é o básico, um resumo do que é necessário saber para produzir alguma coisa, a próxima etapa será as vídeos-aula onde será produzido o boletim na plataforma Windows com softwares da Adobe, até lá.

Obs:

Requisitos para a etapa de produção:

• Ter acompanhado todas as etapas postadas de produção anteriormente
• Instalar os seguintes programas:
Adobe Photoshop cs2, cs3 ou cs4 (qualquer um das versões)
Adobe Illustrator cs2, cs3 ou cs4 ou CorelDRAW
Adobe Indesign cs2, cs3 ou cs4
• Boa vontade!

Bibliografia das postagens sobre cores

Teoria e Prática das Cores, Viviane Gaspar Ribas

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 7 - “Modelo RGB e CMYK”

Modelo RGB -

Uma grande porcentagem do espectro visível pode ser representada misturando-se luz vermelha, verde e azul (RGB) em várias proporções e intensidades. Onde as cores se sobrepõem, surgem o ciano, o magenta e o amarelo que são as cores secundárias da cor-luz. As cores são criadas acrescentando-se luz.

Ex:
Clique na imagem para ampliar

O monitor da televisão e do seu computador utiliza as mesmas propriedades fundamentais da luz que ocorrem na natureza.

Como as cores RGB se combinam para criar o branco, também são denominadas cores aditivas. Juntar todas as cores cria o branco, ou seja, toda a luz é refletida de volta ao olho. As cores aditivas são usadas em iluminação, vídeo e monitores. O monitor, por exemplo, cria a cor emitindo luz através de fósforo vermelho, verde e azul.

Imagens RGB usam três cores para reproduzir na tela até 16,7 milhões de cores. Num monitor colorido as cores são formadas pela reunião de minúsculos pontos na tela chamados pixels. A cada uma das três cores (RGB - red - green - blue) é atribuido um valor numérico de 0 a 255. Quanto mais altos os valores, maior é a quantidade de luz branca. Assim, valores elevados de RGB resultam em cores mais claras. Esse modelo de cor apresenta uma desvantagem: ele é dependente de dispositivo. Isto significa que pode ocorrer variação de cores entre monitores e digitalizadores, podendo acarretar um desvio em suas especificações, exibindo assim, as cores de maneira diferente.


Modelo CMYK

As cores do monitor são reproduzidas numa impressora através dos pigmentos. Os pigmentos criam as cores primárias azul, amarelo e vermelho, as quais, juntas, criam outras cores. O método mais comum de reprodução de imagens coloridas em papel é pela combinação de pigmentos ciano, magenta, amarelo e preto.

CMYK significa cian, magenta, yellow e black. Nesse modelo cada cor é descrita com uma porcentagem (de 0 a 100).

Ex:

Clique na imagem para ampliar

Os pigmentos produzem cor refletindo determinados comprimentos de onda de luz e absorvendo outros. Os pigmentos mais escuros absorvem mais luz. Porcentagens mais elevadas de cor resultam em cores mais escuras.

Teoricamente, quando 100% de azul ciano, 100% de vermelho magenta e 100% de amarelo estão combinados, a cor resultante é o preto. Na realidade, um marrom-escuro. Por isso o pigmento preto precisa ser adicionado ao modelo de cor e ao processo de impressão para compensar as limitações de cor.

O modelo de cor CMYK é chamado de modelo subtrativo de cores porque cria cores absorvendo luz.

A partir da década de 50, os avanços da informática impulsionaram a necessidade de uma referência em comum para cada uma das cores, independente da localidade. Para diminuir a confusão de nomenclaturas, foram definidos, em 1962, nomes padronizados para as principais cores. O fato ocorrido durante a Dupra, uma feira de artes gráficas alemã, teve o envolvimento de diversos países e identificou as cores, relacionando cada nome a seu matiz.

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 6 - “Nomenclatura das Cores”

A Cor faz parte do nosso mundo e da nossa vida, todos os dias estamos em contato com elas, escolhendo carros, combinando roupas, objetos e na própria natureza, mas só podemos perceber as cores na presença da luz. Cor é luz. Sem luz, nossos olhos não podem ver as cores.

Cores Primárias

As cores pigmento primárias também são chamadas de cores puras, pois não se formam pela mistura de outras cores, mas é a partir delas que todas as cores são formadas.

Ex:

Clique na imagem para ampliar

Cores Secundárias

Obtemos as cores secundárias pela combinação das primárias, duas a duas, em proporções iguais.

Ex:
Clique na imagem para ampliar

Cores Terciárias

Podemos dizer que as cores terciárias são todas as outras cores, isto é, quando uma cor não é primária nem secundária, então é terciária. Obtemos uma cor terciária quando misturamos duas primárias em proporções diferentes, isto é, uma em maior quantidade que a outra; ou quando misturamos as três cores primárias, seja em proporções iguais ou não. A cor MARROM, por exemplo, é uma cor terciária obtida da mistura das três primárias.

Em artes gráficas, o marrom pode ser obtido com a mistura do amarelo ou vermelho alaranjado com um pouco de preto. Quando misturamos as três cores primárias em proporções exatamente iguais o resultado é o PRETO CROMÁTICO. Portanto, o preto não é uma cor, mas a mistura de todas elas.

Lembre que aqui estamos falando sobre a cor pigmento (mistura cromática ). Na mistura da COR-LUZ o resultado seria o branco.

Ex:

Clique na imagem para ampliar

Cores neutras

Os cinzas e os marrons são consideradas as cores neutras, mas podem ser neutras também os tons de amarelos acinzentados, azuis e verdes acinzentados e os violetas amarronzados. A função das cores neutras é servir de complemento da cor aproximada, para dar-lhe profundidade, visto que as cores neutras em geral têm pouca refletividade de luz.

Tom

Refere-se à maior ou menor quantidade de luz presente na cor. Quando se adiciona preto a determinado matiz, este se torna gradualmente mais escuro, e essas gradações são chamadas escalas tonais. Para se obter escalas tonais mais claras acrescenta-se branco.

Tons Cromáticos

Todas as cores menos as acromáticas

Tons Acromáticos

Brancos, pretos e cinzas

Tons Paracromáticos

Cores puras misturadas com as acromáticas

Tonalidade

Mistura da matiz de uma cor com o preto

Thiago dos Santos