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Produção Gráfica - Parte 10 - “Video-aula - 2”


Olá Amigos Comunicadores.

Nesta vídeo aula aprenderemos a gerenciar texto e dividir os espaços no Photoshop.






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Thiago dos Santos

Sucesso na oratória aplicada a Estudos Bíblicos

Já houve alguma ocasião de sua vida em que você se dava muito bem com alguém?

Talvez, esse alguém fosse um amigo, um namorado ou namorada ou até mesmo um parente. Imagine-se vivendo novamente essa ocasião e pense o que havia de tão especial naquela pessoa para que tudo fosse harmonioso.

Provavelmente, você diria que pensávamos da mesma forma, gostávamos das mesmas coisas, dos mesmos filmes, dos mesmos livros, das mesmas musicas, o modo de falar, de sentar, etc.

A verdade é que vocês tinham entre si, um elemento básico que se chama sintonia ou harmonia. Isto é a habilidade de penetrar no mundo da outra pessoa e fazer com que ela sinta que você a entende e que tem um vinculo comum. Esse vinculo desperta muitas coisas, como a confiança, e seria útil para uma comunicação eficaz na evangelização.

É a perfeita comunicação!

A comunicação entre as pessoas ocorre por meio de palavras, embora estudos mostram que apenas 7% das comunicações entre as pessoas ocorram por palavras, 38% da comunicação se dá através do tom de voz e 58% da comunicação entre as pessoas se fazem através da fisionomia ou linguagem do corpo. A expressão facial, os gestos e os movimentos das pessoas definem muito mais o que elas estão dizendo do que as palavras em si.

Exemplo:







Um humorista famoso com algumas palavras consegue fazer o publico rir.





Veremos o que acontece quando alguém está em sintonia com outra pessoa:

Se uma cruza os braços, a outra também cruza, se uma passa a mão no cabelo a outra também passa. E assim por diante, um procura imitar o outro.

Quando há sintonia com alguém, descobre-se coisas em comum. Esse processo chama-se espelhagem.

Enquanto as palavras são captadas pelo consciente da mente da pessoa, a fisiologia está sendo captada no inconsciente e é lá que o cérebro trabalha e pensa assim: essa pessoa é igualzinha a mim, que bom, ela é 10. E assim gera uma grande sintonia.

Gostaria de despertar confiança quando fala?

Se desejar entrar em sintonia com alguém, comece então a observar e a espelhar o tom de voz, a velocidade com que ela fala, a pausa, as palavras, capte as frases favoritas dela, imite a postura, os gestos, a expressão facial, até mesmo a forma de respirar. Pode até parecer absurdo, mas é assim mesmo que funciona o processo de espelhagem.

Quando se decorre o processo de estudar a Bíblia é necessário que haja uma comunicação fluente do emissor para o receptor para que toda a verdade seja decodificada, experiente espelhar-se no receptor da mensagem e veja a diferença quando se cria vínculos, sintonias e um laço de confiança.

Thiago dos Santos

Bibliografia:

Orivaldo E. Santos, Oratória, A Dinâmica da Comunicação

Evangelismo com Fórum

Esse é um espaço para discussão e troca de ideias. Nele, o internauta pode fazer comentários, perguntar, criticar e opinar sobre vários temas. Ao lado das listas de e-mails, é um dos modelos mais antigos de agrupamento virtual.

Dicas:

1. Escolha o tema do fórum e providencie moderadores com tempo disponível para interação com o internauta bem como policiar a participação de usuários que tentam desvirtuar a boa imagem e os objetivos do fórum.
2. Sugestões de fórum: Métodos modernos de evangelização, sinopse de livros religiosos, saúde, ciência e religião, aconselhamento, entre outros.

Onde criar?

•    Procure na internet fóruns por áreas de discussão. Exemplo: Fórum de saúde - www.saudeforum.com.br


Pr. Fabio

Evangelismo com Sites Wiki

Sites desse tipo permitem alterar, apagar, reescrever ou adicionar conteúdos. O modelo mais conhecido é a Wikipédia, a enciclopédia virtual que surgiu em 2001, escrita e atualizada pelos usuários.

Apesar disso, o Wiki possui conotação de enciclopédia virtual e não pode aceitar qualquer tipo de conteúdo. Esperam-se matérias bem elaboradas e que contenham boas fontes de referências.

Dicas:

1. Excelente oportunidade para escrever sobre fatos históricos, doutrinas e atividades dos diversos setores da igreja, podendo despertar o interesse do pesquisador em conhecer a Igreja Adventista.
2.Verifique a política de publicação do site Wiki.

Onde criar?

•    pt.wikipedia.org


Próxima Dica: Evangelismo com Forum

Pr. Fabio

Evangelismo com Podcasts

Essa é uma forma de distribuição de arquivos digitais pela internet, frequentemente em formato MP3 ou AAC. Geralmente apresentam vários programas ou episódios, como se formassem um seriado de arquivos. Ficam hospedados em um endereço e, por download, chegam ao computador pessoal. É como um programa de rádio, com a diferença de que não é ao vivo.

Dicas:

1. Elabore os arquivos e disponibilize-os preferencialmente em ordem cronológica.
2. Divulgue para amigos e sites de cadastro para Podcast.

Como criar e onde hospedar?

•    Use softwares editores de áudio como: Audacity, Mptrim, Sound Forge.
•    Para Hospedar use blogs, agregadores de Feeds ou portais de cadastro como o “www.podcast1.com.br”.


Próxima Dica: Evangelismo com Sites Wiki

Pr. Fabio

Produção Gráfica - Parte 9 - “Video-aula - 1”


Olá Amigos Comunicadores.

Nesta Video-aula será apresentado os seguintes tópicos:

• Noção básica dos programas (Photoshop, Indesign e Ilustrator)
• Como criar o arquivo e usar Guides
• Trabalhando com links no Indesign
• Usando Sangrias

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Thiago dos Santos

Alinhando Idéias!


Em muitas situações na igreja fica difícil aprovar uma linha de comunicação entre o grupo responsável por um evento, propaganda, etc. O motivo é o conflito de idéias e conceitos diferentes. Qual a maneira de resolver isso?

A solução está em aplicar a técnica de “brainstorming”

O que é um Brainstorm?

O brainstorming é uma tempestade de idéias onde facilita a produção de soluções e possui duas fases principais:

• A produção de idéias
• Avaliação das idéias propostas

Tem como princípio básico o julgamento adiado, assim contribui para a produção de idéias, o uso da imaginação e a quebra de barreiras mentais. Primeiro é lançado todas as idéias, anotadas, e apenas no final são julgadas.

Essa técnica de resolução criativa de problemas foi inventada por Alex F. Osborn em 1938, presidente na época de uma importante agência de publicidade norte-americana.

Qual o objetivo do Brainstorm?

É produzir o maior número de idéias.

Como organizar um Brainstorm na igreja.

1. O grupo deverá ser de quatro a doze pessoas, sendo o número ideal de seis participantes.

2. A escolha de um coordenador é importante podendo facilitar sessão de brainstorming ou destruí-la. É preferível que seja um facilitador do processo criativo.

3. Escolher escribas conforme o tamanho do grupo para anotar as idéias. Como é fundamental ao brainstorming que haja velocidade um grupo de sete participantes já exige dois escribas.

4. Prevenir que não ocorram interrupções durante a sessão. O material necessário resume-se ao utilizado pelos escribas. (papel e caneta)

5. Na escolha dos participantes, é sempre bom ter um grupo misto Homens e Mulheres.

Regras do Brainstorm.

No começo da sessão cabe ao coordenador lembrar ao grupo as regras da sessão de brainstorming.

1. Não Julgar: Aos poucos as idéias vão sendo pronunciadas, todo o tipo de crítica positiva ou negativa é adiada para a etapa final. Durante a sessão, não se elogia, não se critica, não se zomba, nem se faz caretas de julgamento diante de nenhuma idéia. Apenas tenta-se tomar carona ou mesmo reconstruir a idéia do outro, sem, porém lhe fazer qualquer referência.

"Deixar de suspender o julgamento durante um brainstorming é como tentar obter água quente e fria de uma mesma romeira ao mesmo tempo: as idéias não saem suficientemente quentes; a crítica não é adequadamente fria e, em conseqüência, os resultados são mornos". Lee H. Bristoi

2. Livre Fala: Vale tudo, idéias "loucas" ou cheias de humor são bem vindas, não se deve temer qualquer idéia que venha a cabeça por mais ridícula que possa parecer. Esta liberdade estimula a geração de idéias não somente em maior quantidade, mas também com maior diferenciação. A crítica sensata terá sua hora. Não antecipe por nenhum motivo.

3. Contribuição: Além da contribuição individual de idéias, devem-se procurar sugestões de como melhorar as idéias dos outros participantes e como juntar duas ou mais para obter uma melhor.

4. Quantidade: No brainstorming não se está em busca da qualidade, mas sim da quantidade de idéias. Quanto maior o número de idéias, maiores serão depois as probabilidades de encontrar idéias boas. Será mais fácil podar uma longa lista de idéias alternativas do que engordar uma lista magrinha.

Seguindo esses passos as idéias serão alinhadas, soluções grandiosas e conceitos interessantes vão surgir. Antes de iniciar a seção é importante que o grupo esteja descontraído, um filme, uma conversa, para todos se sentirem à-vontade espantando a inibição, ou algo para envolver os participantes.

Resumindo: o grupo lança muitas idéias sem avaliação ou críticas prévias. O escriba anota todas. Quando estiver com muitas idéias o grupo se reuni para alinhar, descartar, criticar, elogiar ou unir mais de uma idéia formando um conceito único.

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 8 - “Cores no processo de impressão gráfica”


Fatores que alteram a percepção da cor:

Fatores do meio ambiente, incidência de luz e a umidade do ar, bem como a proximidade de outras cores influenciam a percepção de uma cor. Cada máquina utilizada para produzir uma peça, seja um scanner, uma impressora ou uma máquina de impressão gráfica, reproduz a cor de modos diferentes. Mesmo dois monitores, com as mesmas especificações, podem apresentar tonalidades de cor diferentes um do outro.

Monitores e scanners reproduzem as cores utilizando o sistema RGB. Já as impressoras e gráficas utilizam o sistema CMYK (cores pigmento primárias) - pigmentos nas cores preta, amarela, ciano e magenta, impressos em papel através de retículas que se combinam em proporções.

Assim, o sistema RGB e o CMYK constituem dois modelos diversos para descrever cor conforme a mídia utilizada. É preciso considerar também que, na impressão, a cor muda segundo o papel e a tinta que se utiliza e o acabamento que pode ser feito com vernizes brilhantes ou mates.

Para especificar as cores, utilizam-se as escalas industrializadas. A mais utilizada é a escala PANTONE ou a escala CMYK

Confira neste link um livro muito útil, seu conteúdo traz escalas CMYK e combinações de cores prontas facilitando em qualquer produção, principalmente para os não profissionais.


Cores no Processo de Impressão Gráfica

Quando criamos uma peça a cores, esperamos que o resultado final seja o que planejamos. Para conseguir isto precisamos de três coisas:
• Uma clara compreensão do processo de cor e de como ela é vista e impressa por diferentes máquinas;
• Um conhecimento dos processos comerciais de impressão;
• Uma comunicação bem estabelecida com o fornecedor.


Separação de cor no Processo de Impressão Gráfica

Para imprimir uma arte a cores, primeiro separam-se as cores, produzindo-se um filme em positivo (fotolito) para cada cor, separadamente. O processo de produção desses filmes era feito fotograficamente. Hoje, utilizam-se máquinas chamadas "imagesetters" que transferem as imagens do computador diretamente ao filme.

Impressão digital direta (sem fotolito)

Na impressão digital direta as prensas são conectadas à estação de trabalho que criam arquivos post script a partir de arquivos digitais. As prensas não requerem fotolitos e, em alguns casos, nem mesmo chapas de impressão.

Algumas dessas prensas transferem as informações através de cilindros eletro fotográficos, em vez de chapas usam toners para imprimir páginas à quatro cores. Este processo presta-se para pequenas tiragens. Outras mandam a informação digitalizada diretamente para as chapas da prensa e têm sido utilizadas para impressão em rotogravura que serve para grandes tiragens como nas revistas.

Tintas prontas (SPOT COLORS)

As tintas prontas são pré-misturadas antes da impressão. Uma tinta utilizada a 100% vai imprimir uma cor chapada e o fotolito apresenta-se liso, sem retículas. Para clarear as áreas impressas com uma cor utilizam-se retículas, como no processo de meios tons em preto e branco. Ao misturar cores prontas, aplicam-se percentuais de retículas nas áreas a serem misturadas.

Impressões a duas cores são chamadas de dicromias, a três cores de tricomias e, a quatro cores ou mais, de policromias. Para utilizar tintas prontas deve-se ter em mãos o catálogo do fabricante para especificá-las sem erro.

Tintas processadas (PROCESS COLOR)

Cores processadas são obtidas pela impressão das cores CMYK em retículas. As tintas utilizadas no processo CMYK são também chamadas de escala Europa.

Teoricamente, com a mistura CMY (três cores primárias) deveríamos ter também o preto. No entanto, na prática, isto não é possível pela qualidade dos pigmentos que não é ideal. O amarelo tende a clarear as misturas para a tonalidade marrom. Assim, para conseguir uma boa qualidade final e sombras bem marcadas, usamos o preto juntamente com as primárias. Outra razão é que, se imprimíssemos as três cores a 100%, a camada de tinta ficaria muito densa reduzindo a qualidade.

Cores especiais

Chamam-se especiais às cores utilizadas além das quatro cores primárias. Por exemplo, os dourados e prateados, também chamadas de quinta cor.

Processos de Impressão da Cor

Pode-se escolher a representação da cor entre vários processos de impressão, dependendo do tipo de trabalho que se executa:

Off Set

É um processo derivado da litografia (gravura em pedras). O princípio da litografia é aquele que diz que água e óleo não se misturam. A chapa de impressão fixa a tinta porque a área onde está a imagem é tratada para receber uma tinta com base em óleo e rejeitar a água. Nas gráficas mais antigas, passa uma cor de cada vez na chapa e as cores têm que ser trocadas . Em gráficas mais modernas, as impressoras contém unidades que imprimem uma das cores primárias de cada vez, mas o processo é contínuo e automático para as quatro cores ou mais cores. Veja os Procedimentos.


1o) Expõe-se a imagem do fotolito com a separação de cor sobre uma chapa recoberta com uma substância sensível à luz, passando por um processo semelhante ao da revelação fotográfica. A imagem revelada na chapa é um negativo, coberto por uma substância química que atrai a tinta e repele água. A área onde não há imagem para imprimir, atrai a água e repele a tinta.

2o) Molha-se a chapa. A chapa é colocada num cilindro rotativo e, primeiramente, entra em contato com um rolo molhado, para depois passar ao processo de impressão.

3o) Entintamento. Um rolo de tinta aplica uma fina camada de tinta a base de óleo na chapa, entintando a área de imagem a ser impressa.

4o) Um rolo de borracha é pressionado contra a chapa de impressão e carrega a tinta que ali foi depositada. A borracha é utilizada por sua capacidade de pressão suave sobre o papel, distribuindo de maneira uniforme a tinta.

5o) Impressão. É o último passo. O rolo de borracha passa sobre o papel e é feita a impressão da cor.

Flexografia

A flexografia utiliza imagens planas, sem retículas pequenas, impressas numa chapa de borracha ou photopolímero que imprimem diretamente sobre a superfície. A flexibilidade da chapa de impressão permite imprimir sobre superfícies irregulares como latas de alumínio, embalagens de plástico ou cartões corrugados. É também um processo mais econômico do que o offset. É muito utilizada em embalagens.

Rotogravura

A impressão em rotogravura utiliza um cilindro no qual a superfície é escavada. São essas escavações que permitem o depósito da tinta. É uma impressão utilizada para impressões de alta qualidade e de grandes tiragens pela sua capacidade de reprodução sem ganhos de ponto mas também pelo seu alto custo.

Serigrafia ou silkscreen

É um método relativamente simples. Têm-se uma tela na qual, através de processo fotográfico, alguns pontos são obstruídos com emulsão. As áreas não obstruídas retêm a tinta, que é passada com um rodo, para posterior impressão. É um processo artesanal, indicado para pequenas tiragens. Usa-se muito Silk em camisetas promocionais pelo baixo custo no processo.

Termografia (Xerox, Fiering)

É um processo que não utiliza solventes, mas um toner que fixa um pó onde a imagem será revelada. O pó passa por uma fonte de calor que faz a sua fusão resultando na imagem.

HI-FI

A impressão de alta fidelidade usa um processo adicional de tintas para reproduzir as cores do espectro. Por exemplo, uma revista impressa em alta fidelidade deverá utilizar laranja, verde e roxo, além das primárias. A impressão será feita em sete cores. Este processo dá um ganho de 20% no croma da imagem.

Cor traz um assunto extenso, poderia apresentar facilmente dez postagens, mais todo este conteúdo apresentado é o básico, um resumo do que é necessário saber para produzir alguma coisa, a próxima etapa será as vídeos-aula onde será produzido o boletim na plataforma Windows com softwares da Adobe, até lá.

Obs:

Requisitos para a etapa de produção:

• Ter acompanhado todas as etapas postadas de produção anteriormente
• Instalar os seguintes programas:
Adobe Photoshop cs2, cs3 ou cs4 (qualquer um das versões)
Adobe Illustrator cs2, cs3 ou cs4 ou CorelDRAW
Adobe Indesign cs2, cs3 ou cs4
• Boa vontade!

Bibliografia das postagens sobre cores

Teoria e Prática das Cores, Viviane Gaspar Ribas

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 7 - “Modelo RGB e CMYK”

Modelo RGB -

Uma grande porcentagem do espectro visível pode ser representada misturando-se luz vermelha, verde e azul (RGB) em várias proporções e intensidades. Onde as cores se sobrepõem, surgem o ciano, o magenta e o amarelo que são as cores secundárias da cor-luz. As cores são criadas acrescentando-se luz.

Ex:
Clique na imagem para ampliar

O monitor da televisão e do seu computador utiliza as mesmas propriedades fundamentais da luz que ocorrem na natureza.

Como as cores RGB se combinam para criar o branco, também são denominadas cores aditivas. Juntar todas as cores cria o branco, ou seja, toda a luz é refletida de volta ao olho. As cores aditivas são usadas em iluminação, vídeo e monitores. O monitor, por exemplo, cria a cor emitindo luz através de fósforo vermelho, verde e azul.

Imagens RGB usam três cores para reproduzir na tela até 16,7 milhões de cores. Num monitor colorido as cores são formadas pela reunião de minúsculos pontos na tela chamados pixels. A cada uma das três cores (RGB - red - green - blue) é atribuido um valor numérico de 0 a 255. Quanto mais altos os valores, maior é a quantidade de luz branca. Assim, valores elevados de RGB resultam em cores mais claras. Esse modelo de cor apresenta uma desvantagem: ele é dependente de dispositivo. Isto significa que pode ocorrer variação de cores entre monitores e digitalizadores, podendo acarretar um desvio em suas especificações, exibindo assim, as cores de maneira diferente.


Modelo CMYK

As cores do monitor são reproduzidas numa impressora através dos pigmentos. Os pigmentos criam as cores primárias azul, amarelo e vermelho, as quais, juntas, criam outras cores. O método mais comum de reprodução de imagens coloridas em papel é pela combinação de pigmentos ciano, magenta, amarelo e preto.

CMYK significa cian, magenta, yellow e black. Nesse modelo cada cor é descrita com uma porcentagem (de 0 a 100).

Ex:

Clique na imagem para ampliar

Os pigmentos produzem cor refletindo determinados comprimentos de onda de luz e absorvendo outros. Os pigmentos mais escuros absorvem mais luz. Porcentagens mais elevadas de cor resultam em cores mais escuras.

Teoricamente, quando 100% de azul ciano, 100% de vermelho magenta e 100% de amarelo estão combinados, a cor resultante é o preto. Na realidade, um marrom-escuro. Por isso o pigmento preto precisa ser adicionado ao modelo de cor e ao processo de impressão para compensar as limitações de cor.

O modelo de cor CMYK é chamado de modelo subtrativo de cores porque cria cores absorvendo luz.

A partir da década de 50, os avanços da informática impulsionaram a necessidade de uma referência em comum para cada uma das cores, independente da localidade. Para diminuir a confusão de nomenclaturas, foram definidos, em 1962, nomes padronizados para as principais cores. O fato ocorrido durante a Dupra, uma feira de artes gráficas alemã, teve o envolvimento de diversos países e identificou as cores, relacionando cada nome a seu matiz.

Thiago dos Santos

Produção Gráfica - Parte 6 - “Nomenclatura das Cores”

A Cor faz parte do nosso mundo e da nossa vida, todos os dias estamos em contato com elas, escolhendo carros, combinando roupas, objetos e na própria natureza, mas só podemos perceber as cores na presença da luz. Cor é luz. Sem luz, nossos olhos não podem ver as cores.

Cores Primárias

As cores pigmento primárias também são chamadas de cores puras, pois não se formam pela mistura de outras cores, mas é a partir delas que todas as cores são formadas.

Ex:

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Cores Secundárias

Obtemos as cores secundárias pela combinação das primárias, duas a duas, em proporções iguais.

Ex:
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Cores Terciárias

Podemos dizer que as cores terciárias são todas as outras cores, isto é, quando uma cor não é primária nem secundária, então é terciária. Obtemos uma cor terciária quando misturamos duas primárias em proporções diferentes, isto é, uma em maior quantidade que a outra; ou quando misturamos as três cores primárias, seja em proporções iguais ou não. A cor MARROM, por exemplo, é uma cor terciária obtida da mistura das três primárias.

Em artes gráficas, o marrom pode ser obtido com a mistura do amarelo ou vermelho alaranjado com um pouco de preto. Quando misturamos as três cores primárias em proporções exatamente iguais o resultado é o PRETO CROMÁTICO. Portanto, o preto não é uma cor, mas a mistura de todas elas.

Lembre que aqui estamos falando sobre a cor pigmento (mistura cromática ). Na mistura da COR-LUZ o resultado seria o branco.

Ex:

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Cores neutras

Os cinzas e os marrons são consideradas as cores neutras, mas podem ser neutras também os tons de amarelos acinzentados, azuis e verdes acinzentados e os violetas amarronzados. A função das cores neutras é servir de complemento da cor aproximada, para dar-lhe profundidade, visto que as cores neutras em geral têm pouca refletividade de luz.

Tom

Refere-se à maior ou menor quantidade de luz presente na cor. Quando se adiciona preto a determinado matiz, este se torna gradualmente mais escuro, e essas gradações são chamadas escalas tonais. Para se obter escalas tonais mais claras acrescenta-se branco.

Tons Cromáticos

Todas as cores menos as acromáticas

Tons Acromáticos

Brancos, pretos e cinzas

Tons Paracromáticos

Cores puras misturadas com as acromáticas

Tonalidade

Mistura da matiz de uma cor com o preto

Thiago dos Santos