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Explicação do símbolo gráfico do logo da IASD!

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo foi criado. Leia Mais...

Ministério da Recepção

O Ministério da Recepção consiste em organizar equipes treinadas para o trabalho de recepção em todos os programas regulares da igreja, tendo como propósito oferecer melhor impressão do amor de Jesus àquelas pessoas que são visitantes, como também aos membros efetivos da igreja.


A recepção na igreja tem o poder de abrir sorrisos e corações. "A primeira impressão é a que fica", diz o ditado popular.

A recepção não só é uma cortesia, como também uma maneira de iniciar um ambiente espiritualmente rico e agradável para o culto.

Como então organizar a recepção? Siga essas orientações básicas:

1. Determine o modelo de recepção de sua igreja

Liste todas as programações e cultos que a igreja terá no ano. Considere que a recepção será necessária em todas as ocasiões.

A seguir, imagine como seria a recepção e quantas pessoas você terá que arregimentar para a atividade durante o ano.

Finalmente, pense o que a recepção irá realizar. Coloque tudo isso num plano de recepção, um documento que será entregue para toda a equipe se familiarizar com a atividade.

2. Forme uma equipe com o seguinte perfil

■ Alegre e comunicativa;

■ Pontual e responsável;

■ Cristã e imbuída de espírito missionário;

■ Possuidora de tato, amabilidade e cortesia;

■ Boa apresentação;

■ Conhece os membros regulares da igreja a fim de poder reconhecer os visitantes.

3. Otimize o trabalho da recepção

Como a equipe estará às portas recepcionando todas as pessoas que chegam, a oportunidade é ideal para a entrega do boletim e de demais materiais que a igreja precisar repassar aos membros.
Outra atividade possível de ser realizada por essa equipe é a contagem de membros e visitantes para o censo.

4. Avalie o trabalho da recepção a cada três meses

Não se trata de avaliar as pessoas que estão ajudando na recepção, mas, sim, o modelo adotado. O que a igreja pensa a respeito da recepção: está no local correto? Está no horário correto? É um ponto eficiente de entrega de materiais?

Não é necessário fazer uma grande pesquisa para saber se é preciso algum ajuste. Converse com 4 ou 5 famílias que sempre freqüentam a igreja e que não tenham feito parte da equipe de recepção. Dessa conversa, algumas sugestões e avaliações podem ser bem aproveitadas.

Participantes desse ministério precisam estar conscientes de que:

■ Seu contato com o visitante, por mais breve que seja, pode determinar a sua conversão;

■ Seu modo de falar representa a imagem da igreja;

■ Esse trabalho deve ser precedido com muitas orações;

■ Todas as pessoas que se aproximarem da igreja, são pessoas por quem Jesus morreu, e a abordagem será um fator para atrair ou afastar;

■ Seu tom de voz é importante. Falar com voz suave; nunca coagir ou pressionar; nunca censurar a roupa dos visitantes;


Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Mural Eficiente

1. Mural Tradicional
Normalmente as igrejas já possuem um mural para anúncios. Se não for o caso da sua igreja, construí-lo é muito simples:

■ Adquira uma prancha de madeira compensada de 1 x 2 metros, pelo menos (se houver espaço para um mural maior, adquira uma prancha nas dimensões que julgar conveniente).

■ Forre a prancha com uma camada de cortiça e cubra com feltro, envolvendo as bordas todas e prendendo com grampos metálicos na parte de trás da prancha (não use pregos, pois, com o tempo, rasgam o feltro). Dê preferência para o feltro de cores sóbrias, como azul ou verde-escuro. Faça acabamento com molduras para quadros ou batentes de porta envernizado. Evite cores claras pois sujarão com facilidade no manuseio.

■ Outro material disponível no mercado é a "placa isolante", comprada em madeireiras, que dispensa a madeira e a cortiça, basta revestí-la com feltro.

■ Faça o acabamento nas beiradas da prancha com molduras para quadros ou batentes de porta envernizado.

■ Escolha uma parede em frente à qual haja circulação de pessoas certificando-se também que haja espaço para pessoas pararem para ver o mural sem impedir a circulação dos demais membros. Normalmente, o Hall da igreja tem espaço suficiente para isso.

■ Mural de Vidro: outra sugestão é colocar somente um vidro com espaçador na parede do hall de entrada. A manutenção é simples e de aparência agradável, sendo os anúncios fixados com fita adesiva dupla face.

2. Cuide da manutenção do mural

Use apenas alfinetes do tipo "percevejo" para prender os cartazes. Cola ou alfinetes longos estragam o feltro, que dura muito pouco sem os devidos cuidados. Limpe-o apenas com uma escova de carpete, sem usar produtos químicos e sempre mantenha a madeira da moldura bem polida.

Caso haja incidentes ou vandalismo, como rasgos no feltro ou inscrições, retire imediatamente o mural e conserte-o, sem deixá-lo exposto. É melhor passar uma semana sem o mural do que apresentá-lo vandalizado, o que o desvalorizaria conseqüentemente o seu conteúdo.

3. Crie áreas de interesse no mural

Divida o mural em áreas de assuntos ou temas, que podem inclusive ser indicadas com o nome de cada seção.

Exemplo:

Notícias da igreja em geral, ASN (Agência Sul-Americana de Notícias) e Portal Adventista, Programações Musicais, Atas e Relatórios, Produtos e Serviços, Programas de Rádio e TV, Jovens, Desbravadores e Aventureiros, etc. Isso gera uma leitura mais eficiente do mural e desperta o interesse dos membros, que sempre podem observar, mesmo de longe. Poderá ser usado o logotipo de cada departamento para uma melhor visualização.

4. Autorize o mural

O mural deve se comportar como o boletim: todos os conteúdos devem ser entregues para uma única pessoa e somente o Departamento de Comunicação deve colocar e retirar materiais dele, com o intuito de evitar materiais inapropriados para o ambiente da igreja ou que tomem o lugar de materiais mais importantes e que ficariam de fora do mural por falta de espaço.

5. Atualize o mural

Sempre que chegar material para o mural, classifique-o como URGENTE, IMPORTANTE ou OPCIONAL.

Os materiais URGENTES são os que têm prazo certo para ser expostos, pois têm datas certas para acontecer. Exiba-os o mais rapidamente possível, mas não se esqueça de retirá-los imediatamente após a data limite. Materiais com data vencida desvalorizam o mural.

Os materiais IMPORTANTES são os que anunciam campanhas da igreja ou da associação/ missão, eventos especiais, programações de rádio e TV sem datas específicas. Desde que haja espaço, devem ser todos colocados em suas áreas de interesse, mas não devem passar de quatro semanas de exibição, tempo médio para que termine o interesse por eles. Retire-os após esse período para dar mais dinâmica ao mural.

Finalmente, os materiais OPCIONAIS são aqueles que podem ser colocados, caso haja espaço na área que se destinam, como anúncios de escolas e universidades da rede adventista, oferta de serviços e produtos, etc. Devem seguir a mesma orientação das quatro semanas de exibição, no máximo.

6. Divulgue o mural

Parece um contra-senso divulgar um espaço que existe para divulgar outras coisas. Mas a verdade é que quando o mural for lançado ou re-lançado em sua igreja, inclua por alguns sábados seguidos no boletim ou nos anúncios a importância de visitar o mural a cada reunião, indicando que algumas informações interessantes só estarão disponíveis lá.

Mas atenção: realmente guarde algumas informações só para o mural! Se todas as informações do mural saírem no boletim, além de tomarem muito espaço nesse material informativo, tornarão o mural um local sem utilidade prática. Faça dele, portanto uma fonte indispensável e ele certamente terá sucesso em sua igreja!

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Curso de Fotografia: Aula 1 - O que é exposição?

Sejam bem vindos ao primiero módulo do curso de fotografia COMIASD.

Na aula de hoje explicaremos o que é exposição.

Exposição se refere à quantidade de luz usada para formar uma fotografia. Desde o ensino fundamental aprendemos que é possível enxergar por que tudo reflete luz. Esse é um princípio básico e por isso que surgiram as máquinas fotográficas.

Para se fotografar é necessário uma quantidade de luz que passa pela lente e chega ao receptor que pode ser um sensor digital ou filme. Desta forma, criam-se imagens estáticas que se chama de fotografia. Essa luz não pode ser “demais ou de menos”.

Se for demais a foto ficará superexposta. (Escura). Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam pretos com poucas informações de cor ou luminosidade. Se for de menos a foto ficará subexposta (Muito clara). Quando isso acontece vários pontos da imagem ficam “estourados”, brancos e com pouca informação de cor ou luminosidade.

A exposição é baseada em três fatores:

1. Abertura do diafragma
2. Velocidade do obturador
3. ISO

Esses fatores controladores de luz da câmera são essenciais para uma fotografia adquirir qualidade em ambientes de iluminação diferente, mas isso explicaremos nas próximas aulas.

Como expor corretamente?

Geralmente as câmeras modernas dispõem de um mecanismo para informar se a exposição está correta. Nem sempre essas informações são 100% confiáveis, mas serve de um bom referencial. Com o tempo a familiarização com a Câmera o ajudará na busca de cálculos mais corretos de exposição.

Esse dispositivo é uma régua de exposição. Veja figura baixo:

Conforme a figura acima, se o retângulo estiver no meio desta régua informativa, a câmera está considerando a entrada de luz ideal para fotografar. No caso de ser negativo significa pouca luz (subexposta) e positivo (superexposta) excesso de luz.

Modo de medição de exposição

Algumas câmeras possuem “Metering Mode” (Modo de Medição de exposição). Em situações que fundo é claro demais (Fotos com fundo branco ou com luz direta) é importante configurar para expor somente o que está no “meio do visor”. Desta forma a parte mais clara ou a parte muito escura é desconsiderada para se ter uma exposição mais correta.

Por hoje é só!

Em breve saiba o que significa a abertura do diafragma.

Pr. Fabio

Murais e quadros de avisos

Murais e quadros de avisos são ferramentas muito úteis que agilizam a comunicação interna e, quando bem aproveitados, são ótimos apoiadores para boletins e anúncios públicos.

Como todo material fixo, eles requerem cuidados na manutenção, tanto física quanto do conteúdo, e isso é responsabilidade do Departamento de Comunicação da igreja.

Tipos de conteúdos

1. Programações da própria igreja
São cartazes e anúncios de programas jovens, infantis, semanas especiais, batismos, séries de conferências, etc.

2. Programações Futuras que acontecerão na igreja
São os cartazes que são geralmente enviados pelos departamentos da associação/missão (como Jovens, Desbravadores e Aventureiros, Mordomia Cristã, Lar e Família e Saúde e Temperança), conjuntos musicais, rádios e TV que anunciam seus programas, entre outros.

3. Relatórios de departamentos da igreja
Relatórios prestando contas aos membros da igreja. Normalmente são cheios de números e tabelas completamente ininteligíveis se forem faladas.

4. Atividades que possam interessar aos membros
Cartazes e anúncios de cursos, escolas, promoções de produtos relacionados à igreja ou ao estilo de vida adventista, como alimentos da Superbom, oferta de serviços dos próprios membros da igreja, convites de casamento, etc.

Para ser eficiente o mural ou quadro de avisos apenas uma coisa é necessária: que os membros tenham o hábito de consultá-los.

O papel do Departamento de Comunicação é fazer com que eles sejam agradáveis e que realmente sejam vistos como uma fonte importante de informações e não somente um depósito de cartazes sem interesse.

Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Não perca a próxima postagem "Mural Eficiente"

Thiago dos Santos

Formas de Tratamento

Umas das características do estilo da correspondência oficial e empresarial é a polidez, entendida como o ajustamento da expressão às normas de educação ou cortesia. A polidez se manifesta no emprego de fórmulas de cortesia ("Tenho a honra de encaminhar" e não, simplesmente, "Encaminho..."; "Tomo a liberdade de sugerir..." em vez de, simplesmente, "Sugiro..."); no cuidado de evitar frases agressivas ou ásperas (até uma carta de cobrança pode ter seu tom amenizado, fazendo-se menção, por exemplo, a um possível esquecimento...); no emprego adequado das formas de tratamento, dispensando sempre atenção respeitosa a superiores, colegas e subalternos.

No que diz respeito à utilização das formas de tratamento e endereçamento, deve-se considerar não apenas a área de atuação da autoridade (universitária, judiciária, religiosa, etc.), mas também a posição hierárquica do cargo que ocupa.

Aqui seguem algumas formas de tratamento (As mais comumentes usadas pelos comunicadores da IASD):

Presidente:

A carta começa com: Excelentíssimo Senhor Presidente da República
No corpo do texto: Vossa Excelência
Endereçado em envelope como: Digníssimo Presidente da República Federativa do Brasil ou Ao Excelentíssimo Presidente da República.

Ministro do Estado
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Digníssimo Ministro Fulano de Tal

Membros do Congresso Nacional
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Deputado Fulano de Tal ou DD. Membro da Câmara Fulano de Tal.

Governadores e Prefeitos
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor Governador/Prefeito
No envelope: Ao Excelentíssimo Senhor Fulano de Tal ou DD. Governador Fulano de Tal

Reitor e Vice-Reitor de Universidade
A carta começa com: Vossa Magnificência ou Vossa Excelência
No corpo do texto: Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor
No envelope: A Sua Magnificência o Senhor Fulano de Tal ou Digníssimo Reitor Fulano de Tal.

Desembargadores municipais e delegados de polícia
A carta começa com: Vossa Senhoria
No corpo do texto: Ilustríssimo Senhor ou Prezado Senhor
No envelope: Ao Senhor Fulano de Tal ou A Sua Senhoria o Senhor Fulano de Tal

Escrevendo para Organizações
Se você estiver escrevendo para uma organização ou instituição, tente primeiro descobrir por telefone o nome da pessoa que deverá receber sua carta, além da maneira pela qual ela prefere ser tratada.

Se você não tiver tempo ou oportunidade para descobrir esse tipo de informação, procure não se dirigir à organização genericamente. Em geral, há um funcionário especializado, a que você pode se dirigir. Segue-se uma lista de organizações e instituições, com o título da pessoa a quem você deve dirigir-se.

Associação: Presidente
Autoridade Policial: Chefe de Polícia
Banco: Gerente
Câmara do Comércio: Presidente/Secretário
Cartório: Tabelião
Cartório de Registro: Escrivão
Clube: Presidente/Secretário
Colégio: Diretor/Professor/Supervisor
Comissão: Membro da Comissão/Secretário
Comitê: Presidente
Companhia/Sociedade Anônima: Presidente
Confederação: Presidente
Conselho: Secretário-Geral
Conselhos ou Juntas: Secretário
Construtora: Gerente/Administrador
Corte: Juiz
Distrito Policial: Superintendente
Fundação: Presidente/Diretor
Instituto/Instituição: Diretor
Ministério: Ministro
Museu/Galeria: Diretor
Organização: Diretor
Repartição Pública: Chefe
Sindicato: Presidente/Secretário
Sociedade: Secretário/Administrador
Tribunal: Secretário/Escrivão
Unidade das Forças Armadas: Oficial Encarregado
Zona Eleitoral: Funcionário de Registro
A forma habitual de se iniciar uma carta para uma organização é utilizando-se as expressões Prezado Senhor ou Prezada Senhora. Estas cartas geralmente devem terminar com a expressão Atenciosamente. Se você souber o nome da pessoa a quem deve dirigir-se, use então Prezado Sr. Fulano de Tal e termine com Cordialmente. Se a pessoa for uma mulher, e você não tiver certeza de seu estado civil (Senhora ou Senhorita) ou de seu status profissional (Dra.), escreva seu nome completo no envelope e na parte superior da folha (junto com seu endereço), e simplesmente comece a carta com Prezada Senhora.

Fontes: www.pucrs.br e revista seleções

Pr. Fabio

Apresentação dos Componentes da Plataforma

Olá amigos comunicadores.

Por vezes a igreja confia-lhe a responsabilidade de apresentar os componentes da plataforma. Sempre que possível, por uma questão de ética, deve-se apresentar os componentes para que as visitas notifiquem os participantes. Além de apresentá-los com as suas respectivas funções, não deixa de ser uma forma de agradecimento pela participação dos convidados para dirigirem o culto sagrado.

Tenho visto apresentações em diversas igrejas que não alcançam o seu objetivo proposto - Ou são apresentações formais ou muito informais partindo para gracejos e piadinhas.

Como se trata de um local onde as pessoas assumem a representação de "Instrumentos nas mãos de Deus" para comunicar a igreja uma mensagem Divina, deve-se levar em consideração que o ambiente denota reverência por lidar com assuntos sagrados. Por isso, ao apresentar diga o nome completo e funções e evite contar intimidades ou histórinhas - Não cabe a circusntância esse procedimento. A exaltação é exclusiva a Deus e não aos convidados.

Para apresentar a plataforma, siga os seguintes conselhos:

  • Apresente primeiramente o pregador. Fig. 1
  • A seguir apresente: O que está assentado ao lado direito do pregador. Fig 2
  • Depois apresente o que está ao lado esquerdo do pregador. Fig 3
  • E assim sucessivamente. Fig 4 e 5
Vale ressaltar que o comportamento adequado não é uma prerrogativa exclusiva de quem apresenta, mas também de quem é apresentado. O anunciado ao ouvir sua apresentação, deverá dar-se a conhecer ao auditório de maneira sóbria - discreta.

Figura:


Pr. Fabio

A comunicação e a missão


"E disse-lhes (Jesus): Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16:15).

A comunicação é o elemento básico da pregação da mensagem. Sem ela, a missão confiada aos homens estará comprometida, uma vez que lidarão com idéias e com a necessidade de expressá-las a um número cada vez maior de ouvintes. A clareza da exposição dessas idéias dependerá do domínio das técnicas da comunicação, bem como da correta utilização dos princípios que a regem. Essa comunicação deve ser efetivada com e sem palavras, ou seja, pela pregação e pelo testemunho.

O crescente número de rádios e canais de TV que estão à disposição da Igreja é outro elemento que enfatiza essa necessidade. O despertamento desses veículos ressaltou a necessidade de se levar o evangelho às pessoas com a utilização dos mesmos, bem como de se fazer um acompanhamento do trabalho envolvido. "Todos quantos estejam relacionados com a obra devem manter idéias novas" (Evangelismo, p. 178).

Em virtude de estarmos vivendo a era da informática e da eletrônica, torna-se imprescindível um contato com estes elementos para que haja uma contextualização de nossos métodos, tornando-os compatíveis com as exigências desse tempo. "Deus deseja que sigamos métodos novos, ainda não experimentados" (Evangelismo, p. 125).

Entretanto, a comunicação que objetiva levar uma mensagem que transforme a vida das pessoas não se faz através de um processo meramente técnico, mas primordialmente espiritual.

A linguagem deve carregar os sentimentos e a verdade - que é Jesus. Essa linguagem, além de ser suave e simples, deve conter em sua delicadeza uma força tal que fertilize a mente, o coração e transforme a vida. Essa comunicação não é a responsabilidade de qualquer tipo de linguagem, mas é o privilégio de quem se propõe a pregar aquilo que vive: Jesus. Acima de tudo, a comunicação dentro do ministério prova que você não comunica o que você quer; você comunica, primeiramente, o que você é. Para tanto, é preciso se entregar cada vez mais ao Espírito Santo para ser usado por Ele.

"Mas o professor da verdade sagrada só poderá comunicar aquilo que ele conhece por experiência própria. 'O semeador semeia sua semente. ' Cristo ensinava a verdade, porque Ele era a verdade. Seu pensar, seu caráter, sua experiência da vida eram incorporados em seus ensinos. Assim também é com seus servos; os que querem ensinar a Palavra de Deus precisam apropriar-se dela pela experiência pessoal" (Parábolas de Jesus, p. 43).

Bibliografia:
• Bíblia sagrada
• White, Ellen G. Evangelismo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1999
• White, Ellen G. Parábolas de Jesus, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1999
• Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Declaração de ética para os comunicadores adventistas do sétimo dia


O evangelho comissiona seus discípulos a se comunicarem. Assim sendo:

1. Glorificar a Deus é o propósito final de toda comunicação;

2. O contexto de todas as mensagens deveria ser as boas novas do amor de Deus e a esperança da segunda vinda de Jesus Cristo;

3. Os comunicadores adventistas respondem aos aspectos culturais, crenças e valores da igreja e se expressam como membros fiéis da mesma;

4. Toda comunicação legítima ou mídia profissional tem um chamado santo que requer compa-nheirismo, apoio e respeito pelo meio, mensagem e companheiros de comunicação;

5. Tornar prioridade a liberdade para comunicar-se com integridade, abertura, objetividade, ho-nestidade, sensibilidade, diversidade e excelência; os obreiros e constituintes devem ser informa¬dos da necessidade da comunicação transparente, aberta e honesta;

6. Afirmamos que a verdade e a confiança são essenciais ao viver responsável; e a coerência e a fidelidade para com a verdade deveriam predominar sobre o imediatismo e o sensacionalismo;

7. Todas as nossas produções de mídia deveriam ser elevadas, confiáveis e enobrecedoras do leitor/telespectador e incentivar a fé viva, a religiosidade prática e o compromisso de fortalecer a comunidade;

8. Todo profissional de comunicação é obrigado a expandir seu conhecimento e acentuar suas capacidades mediante a afiliação e participação em organizações profissionais, a educação contínua e o desenvolvimento profissional, a fim de manter elevados padrões de excelência proporcio¬nais à disciplina de comunicação;

9. As atividades de comunicação deveriam estar isentas de conflitos de interesses; o nepotismo e o favoritismo não têm lugar na contratação e promoção de comunicadores e seu staff; a contra¬tação deve ser justa e não estar baseada na influência indevida;

10. As mensagens da organização da igreja, direcionando a atividade dos comunicadores, deve-riam legitimamente refletir sua identidade e seus valores bem como estar estruturadas em todas as decisões e escolhas morais.

Adotada do Conselho Mundial de Comunicação, Silver Spning, Manyland, 22 de março de 2006.
Guia para diretores de Comunicação, DSA, 2009

Thiago dos Santos

Expressões Prolixas

Linguagem prolixa é aquela desenvolvida através de termos e expressões supérfluas, digressões inúteis, excesso de adjetivos, períodos extensos e emaranhados. Utilizar mil verbos para dizer algo que poderia ser dito com um ou dois torna a leitura cansativa e prolixa.

Ser prolixo é ficar “enrolando”, “enchendo lingüiça”, não ir direto ao assunto.

Inúmeras vezes alguém pode ser vítima desse problema em suas apresentações escritas ou verbais. Para facilitar a compreensão desse assunto, selecionei algumas expressões longas (prolixas) e sugeri a troca por expressões leves e precisas.

(NÃO USE) Anexo à parte (USE) Anexamos
(NÃO USE) Em anexo (USE) Anexo
(NÃO USE) Seguem em anexo (USE) Anexamos
(NÃO USE) Vimos solicitar (USE) Solicitamos
(NÃO USE) Levando ao seu conhecimento (USE) Informamos
(NÃO USE) Conforme acordado (USE) De acordo
(NÃO USE) Acusamos o recebimento (USE) Recebemos
(NÃO USE) Somos de opinião (USE) Acreditamos
(NÃO USE) Acima citado (USE) Citado
(NÃO USE) Temos a comunicar que (USE) Informamos
(NÃO USE) Vimos agradecer (USE) Agradecemos
(NÃO USE) Estamos enviando (USE) Enviamos
(NÃO USE) Uma fatura no valor de R$ (USE) Uma fatura de R$
(NÃO USE) Durante o ano de 200_ (USE) Em 200_
(NÃO USE) Com referência ao (USE) Referente ao
(NÃO USE) Devido ao fato de que (USE) Por causa
(NÃO USE) Antecipadamente gratos (USE) Agradecemos

Fonte: Manual com Orientações para Comunicadores - Luis Alberto Nadaline

Pr. Fabio