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Explicação do símbolo gráfico do logo da IASD!

A identidade visual serve para distinguir e identificar o trabalho da Igreja Adventista. Essa é a razão pela qual o logotipo foi criado. Leia Mais...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Evangelismo com Vlogs

Vlog – Abreviação de videoblog, o blog feito com vídeos. Um fenômeno que evolui rapidamente, já que a maioria das câmeras digitais e celulares também captura imagens em movimento. Hoje usa-se com freqüência a rede social de vídeos chamada de YouTube para hospedagem de vídeos.

Evangelizando com Vlogs

1. Escolha o tema do Vlog.
2. Publique vídeos "bem filmados" e de boa qualidade sonora.
3. Cuidado para não publicar vídeos que possuam direitos autorais. Publique apenas com autorização.
4. Algumas sugestões de Vídeos: Sermões, Musicais, Desfiles, Atividades gerais da igreja, treinamentos e etc.

Próxima Dica: Evangelismo com Podcasts

Pr. Fabio

Evangelismo com Flogs


Flog – Abreviação de fotoblog. É um blog feito com fotos. Seu número cresceu com a popularização das câmeras digitais e dos celulares com câmeras. Flogs atualizados por celular são os chamados “moblogs” (de “mobile”, palavra que em inglês refere-se ao telefone celular).

Evangelizando com Flogs

1. Crie um nome para o Flog. Através do nome o internauta deverá conhecer o tema do Flog e do que se trata as fotos que serão visualizadas. Exemplo: Flog “Desbravadores Vento Sul” . Neste caso o clube de Desbravadores publicará os eventos como Camporis, Acampamentos, Desfiles ou outros eventos e apresentações. Através das fotos publicadas, pode-se criar um forte interesse do internauta em conhecer as atividades que a sua igreja oferece.
2. Publique fotos com responsabilidade. Aquelas fotos que dão margem para inúmeras interpretações devem ser evitadas. Publiquem fotos em que o internauta compreenda o seu significado e objetivo.

Próximo dica: Evangelismo através de Vlogs

Pr. Fabio

Evangelismo com Blogs

Weblog vem da contração de duas palavras em inglês: Web (world wide web) e Log, que significa registro. É uma página da internet que permite atualização rápida e constante de registros pessoais ou de grupos também chamados de “posts” (Postagens) ou “artigos”. Estes são organizados em ordem cronológica inversa (Iniciando pela postagem mais atual).

Os weblogs, mais conhecidos por sua forma simplificada, Blogs, é um dos fenômenos mais populares da internet devido a interatividade que se cria com o internauta. Nele é possível publicar qualquer tipo de conteúdo como textos, imagens, vídeos e disponibilizar ferramentas próprias de interação, inclusive por meio de comentários.

Acredita-se que 25% dos internautas vasculham diariamente os Blogs em busca de informações. Em média, a cada um segundo um novo blog é criado.

A maior vantagens dos servidores que hospedam blogs em geral é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado em linguagem de programação. Basta acessar uma tipo de editor de textos e postar informações e o melhor de tudo, gratuitamente.

Evangelizando com Blogs

1. Escolha um tema para o Blog.
2. É esperado pelos internautas que as publicações sejam pessoais e expressem o ponto de vista. Ficar em cima do muro não desperta interesse.
3. Os blogs são conhecidos como diários online e suas publicações devem ser diárias ou no mínimo 3 vezes por semana. É frustrante voltar a um Blog e não encontrar nada de novo.
4. Adicione mecanismo de comentários para cada postagem. Desta forma o internauta poderá interagir diariamente e até mesmo ajudar a construir uma idéia através de seus comentários. Desta forma, cria-se vínculo entre o Blogueiro e o internauta.
5. Divulgue o Blog para o maior número de pessoas em redes sociais da internet. Existem grupos na internet que hospedam informações de Blogs para facilitar o internauta a encontrar um blog de acordo com suas preferências.
6. Adicione links de referências ou banners de outros sites e blogs denominacionais.
7. Faça parceria de divulgação com outros blogs que abordam temas semelhantes.
8. Disponibilize estudos Bíblicos e outros materiais espirituais.
9. Adicione vídeos de palestras, sermões e apresentações musicais.
10. Cadastre o Blog em mecanismos de buscas da Web para que seja facilmente encontrado.


Próximo dica: Evangelismo através de Flogs

Pr. Fabio

Evangelismo com Sites

A palavra site em inglês tem exatamente o mesmo significado de sítio em português, pois ambas derivam do latim situs ("lugar demarcado, local, posição") e primariamente, designa qualquer lugar ou local delimitado (sítio arquitetônico, sítio paisagístico, sítio histórico, entre outros). No português do Brasil, a palavra sítio designa, com maior freqüência, uma propriedade rural de área modesta, freqüentemente usada para lazer ou lavoura.

Porém, em inglês, surgiu o termo website (às vezes web site) para designar um sítio virtual, um conjunto de páginas virtualmente localizado em algum ponto da Web. Acontece que, com poucos anos de uso, o termo website ganhou a forma abreviada site, que passou a ser uma segunda acepção do termo original. Site, portanto, em inglês, passou a designar alternativamente um lugar real (no campo) ou virtual (na Web).

Evangelizando com Sites

1. Um site pode abordar um tema específico ou em sua forma mais ampla chamada de Portal, pode constar assuntos diversos e disponibilizar ferramentas de textos, áudios e vídeos. Escolha a abrangência do site, mas delimite-a de acordo com a capacidade de materiais que serão publicados. Um internauta tem prazer em visitar um site onde freqüentemente encontrará novidades.
2. Torne o site interativo para que os internautas encontrem maneiras de interação por e-mail para tirar dúvidas e enviar sugestões, mas se possível, disponibilize um número de telefone. Crie também áreas de enquetes e espaços para postarem comentários. Lembre-se que esse é o grande diferencial da internet – Interatividade!
3. Nomeie diversas pessoas para auxiliar na construção e manutenção do Site. O Webdesign cuidará do aspecto visual. Isso é muito importante por que a primeira impressão é a que fica. Dê preferências as cores claras e um design leve para não cansar a visão. O webmaster cuidará da linguagem de programação e geralmente será o responsável por publicar no site o conteúdo que será disponibilizado pelo administrador. O Administrador Geral será um tipo de moderador do conteúdo que será publicado pelos editores e internautas.
4. Um site ou portal será avaliado o seu grau de relevância pela forma de escrita. Por isso, muito cuidado com as questões gramaticais, termos pejorativos e gírias. A linguagem coloquial deve prevalecer por que o internauta não tem tempo para formalidades, mas cuidado com os excessos.
5. Adicione links de referências ou banners de outros sites e blogs denominacionais.
6. Cadastre o site em mecanismos de buscas da Web para que seja facilmente encontrado.

Próximo dica: Evangelismo através de Blogs

Pr. Fabio

Evangelismo com Grupos (Newsgroups)

É um serviço que permite a criação de grupos de discussão por e-mail, assim como comunidades virtuais, tornando a comunicação on-line mais prática, rápida e divertida. A diferença entre participar de um grupo de discussão e receber um Boletim Informativo (item 2) é que no caso dos grupos o assunto que se recebe por e-mail pode ser discutido com todas as pessoas cadastradas do grupo, com perguntas, questionamentos e até mesmo ampliando uma idéia abordada por um dos participantes. Em cada comentário realizado por alguém do grupo, todos recebem o mesmo comentário em seus emails. Porém, os grupos podem utilizar moderadores para analisar todas as mensagens ou comentários antes de serem enviadas ao grupo cadastrado, evitando comentários agressivos ou incoerentes.

Evangelizando com Grupos

1. Depois de escolher o tema do grupo, divulgue para o maior número de pessoas para que cadastrem os seus e-mails e comecem a receber as mensagens. Dê preferência a temas que não agridam a convicção religiosa de ninguém.
2. Dicas de assuntos para Grupos: Poesias Cristãs, Meditações Diárias, Promessas da Bíblia, Estudos Bíblicos, Dicas de Saúde, Criacionismo, Profecias e etc.

Próximo dica: Evangelismo através de Sites

Pr. Fabio

Evangelismo com Boletim Informativo (Newsletter)

É um tipo de publicação de distribuição regular a assinantes (gratuito ou pago) e que aborda geralmente um determinado assunto. Por exemplo: O portal advir (www.advir.com.br) possui um newsletter gratuito e de envio semanal para os comentários da lição da Escola Sabatina

Evangelizando com Boletim Informativo

1. Sites religiosos podem enviar periodicamente materiais por assunto. A vantagem é que o internauta ao fazer o cadastro, escolhe receber o boletim de acordo com as áreas de seu interesse.
2. Sugerir o Boletim aos amigos de acordo com suas preferências. Exemplo: Um estudante de Nutrição pode ser informado sobre um newsletter com dicas de saúde.

Próximo dica: Evangelismo através de Grupos (Newsgroups)

Pr. Fabio

Evangelismo por Email

É um método que permite compor, enviar e receber mensagens através de sistemas eletrônicos de comunicação. Ainda é o meio de comunicação mais usado na internet.

Evangelizando com emails:

1. Envie mensagens a um grupo de amigos com reflexões e pensamentos bíblicos.
2. Crie notas de rodapé nos emails com sugestões de sites cristãos ou pensamentos e textos bíblicos. Mesmo que discreto, é um método eficaz, uma vez que muitos e-mails são reenviados pelos destinatários a outros amigos e uma só mensagem poderá alcançar inúmeros outros leitores.

Próximo dica: Evangelismo com Boletim Informativo

Pr. Fabio

Série: Evangelização pela Internet

A internet faz parte do dia a dia de crianças, jovens e adultos. Nela, algumas ferramentas criam novos espaços para a comunicação e permitem que a divulgação seja simples, gratuita ou de baixo custo ao alcance de todos. Há ferramentas para quem quer trabalhar com texto, som, fotos, vídeos e até mesmo para quem não tem computador, mas tem um celular capaz de acessar a internet.

A Igreja Adventista constatou que o uso da mídia em suas diversas formas é imprescindível na pregação do evangelho como uso do rádio e televisão. Mas quando se trata de mobilidade, interatividade e disponibilidade, a internet ganhou o seu espaço. Enquanto que alguns programas de rádio e televisão são transmitidos em horários em que as pessoas estão envolvidas em suas atividades diárias como trabalho ou estudos, o conteúdo publicado na internet permanece disponível até mesmo para aqueles que só podem acessá-los nas madrugadas, ou seja, disponível a qualquer hora do dia.

Essa fase de evangelização virtual não deve ser ignorada por se tratar de um método relativamente novo. Quanto a isso, Ellen White afirmou:

“Alguns métodos usados nesta obra serão diferentes dos que foram postos em prática no passado." Evangelismo p. 130.

A internet já é prova disso diante dos resultados já alcançados.

Acompanhe nesse Blog a nova série chamada "Evangelização pela Internet" e aprenda técnicas simples e eficazes nesse método que a cada dia se desponta como um meio imprescendível na pregação do evangelho.

Pr. Fabio

terça-feira, 21 de julho de 2009

Produção Gráfica - Parte 5 - “Classificação Tipografica”


É evidente que não podemos exigir de alguém que nunca estudou Design que não incorrea em erros na elaboração de uma página, seja na diagramação ou nos elementos gráficos. Depois de duas lições com algumas dicas e dados técnicos sobre as fontes, chegou o momento de aprofundar um pouco mais nos "tipos de texto" para finalizar essa parte básica de fontes, que será útil na diagramação de um boletim informativo.

1. Tipos de Texto

Como o próprio nome sugere são Fontes destinadas à composição de grandes textos, como livros, jornais, informativos etc. São caracterizadas pela sua legibilidade, por cansarem menos a vista e por possuírem variantes como: Bold, Italic, Bold Italic etc. Esse Grupo ainda se divide em dois importantes subgrupos, os Tipos com serifa e sem serifa.

Os Tipos com serifas “auxiliam” mais a leitura que os sem. As serifas (ou patilhas) “unem” as letras, ajudando a formação de grupos, as palavras. Elas servem ainda para “guiar” o leitor ao longo de cada linha de um texto, sendo também por isto que são largamente empregadas na composição de livros, jornais e revistas.

Ex:

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Em suma, os "Tipos de Texto" sem serifas devem ser utilizados preferencialmente em textos mais curtos (legendas, destaques, títulos, entradas de notícias, etc.) e/ou como complemento às Fontes serifadas.

Exemplos de textos com serifa:

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Exemplos de textos sem serifa:


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2. Tipos Extra-Texto

As Fontes que fazem parte deste grupo são extremamente eficazes quando aplicadas, por exemplo, em títulos, subtítulos, aberturas de capítulo, cabeçalhos, capitulares (letra de grandes dimensões presente no início do capitulo), anúncios, letreiros, cartazes, posters ou sinalética, porque é nestas situações que elas demonstram todo o seu .poder chamativo.. São Tipos desenhados para captar a atenção do leitor que, pelas suas características .físicas,. não suportam ser compostos em corpos menores que 14 pontos, pois nestes casos as letras perdem todos os seus detalhes (e carácter), transformando.se em .borrões..

Ex:


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3. Tipos Manuscrito

Este Grupo inclui todos os Tipos de letra que parecem ter sido escritos à mão, com o auxílio de uma caneta-de-aparo, um pincel, um lápis ou uma pena. Alguns dos Tipos Manuscritos são uma excelente opção a utilizar em convites de casamento, cartões de Boas Festas, ementas, rótulos de vinhos, certificados ou diplomas.

Ex:


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4. Tipos Góticos

Os Tipos Góticos são caracterizados pelo seu aspecto condensado e angular, onde a ausência de curvas é quase uma constante. No entanto, isto faz com que estes Tipos tenham uma legibilidade reduzida e já não sejam uma boa solução para utilizar em grandes quantidades de texto, pois as letras minúsculas são muito semelhantes entre si. A letra n, por exemplo, é facilmente confundida com as letras i, m ou u. Os Tipos Góticos são uma boa opção para títulos, cabeçalhos e capitulares, ou para fazer a página transmitir a sensação de um documento antigo. Por ter sido bastante usado em textos religiosos, este estilo encontra-se também muito associado à Igreja.

Ex:

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5. Tipos Decorativos

Existem Tipos Fantasia para todos os gostos e situações, desde os quecontêm sombras, texturas, contornos, degrades ou camadas, até aos “mexicanos”, “militares”, “informáticos”, “faroeste” “circo” etc.
Nem “sonhe” compor, com estas Fontes, texto em corpos menores que 14 pontos, e muito menos em grandes quantidades! Alguns dos “locais” mais adequados para elas, são pequenos títulos, logotipos,embalagens, pôsteres e genéricos de filmes ou como letra inicial de um parágrafo (capitular). Cuidado com este grupo! Pense duas vezes antes de utilizar um dos seus elementos, pois muitas vezes a mensagem que quer transmitir, é passada com maior clareza e facilidade através de um dos Tipos mencionado num dos grupos anteriores.

Ex:


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6. Símbolos

São Fontes não constituídas por letras do alfabeto latino. Elas são coleções de desenhos gráficos que incluem setas, círculos, quadrados, sinais, ornamentos, marcas, signos, estrelas, caracteres não-latinos e outros elementos. Por partilharem a mesma tecnologia com os Tipos, os Símbolos podem ser inseridos entre o texto e reduzidos, aumentados, coloridos, invertidos ou rodados, tal como ele. Em resumo, os elementos deste grupo tão característico só devem ser usados quando forem realmente necessários, e nunca para “enfeitar” a página.

Ex:


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Existem muitos livros dedicados a tipografia, pessoas passam a vida toda estudando este universo, mas tudo se resume basicamente em duas regras, é o supra-sumo deste assunto! Estudando essas três etapas postadas no blog e fixando bem essas duas dicas finais é impossível não criar um texto claro e agradável.

1 - Os Tipos devem estar na página para servirem o texto.

2 – Não há bons e maus Tipos. Existem sim Tipos apropriados e inapropriados

Os Tipos podem ser bonitos e decorativos, mas quando chamam a atenção para si ficam difícil de ler, provocam distração tornando inadequados, mesmo sendo atrativos será que gostaria de ler um texto composto por eles?

Se aplicar estas duas regras, usar as bases apresentadas, tudo o que criar será mais legível e compreensível!

Na próxima etapa será analisado um tema interessante e fundamental antes da produção, “as cores”.

Até lá...

Bibliografia:
Guia de Tipos, Miguel Souza, 2002

Thiago dos Santos

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Produção Gráfica - Parte 4 - “Tipografia”


Ao longo dos anos foram desenvolvidas regras tipográficas com claros objetivos: representar claramente as idéias do autor e da mensagem escrita. Pensando nesses objetivos é fundamental a escolha da tipografia certa.

Veja algumas regras.


1. Para Legibilidade máxima, escolha tipos clássicos.

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2. Um texto apenas em caixa alto atrasa muito a leitura. Utilize caixa alta e baixa para ter a melhor leitura possível.

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3. Tenha o bom senso de não utilizar demasiados Tipos diferentes ao mesmo tempo. Normalmente as diversas variantes de uma Fonte (bold, bold italic, italic, etc.) são suficientes. A utilização de um Tipo serifado e um não serifado costumam também ser muito eficaz.

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4. Evite utilizar demasiados tamanhos e pesos diferentes de Tipos ao mesmo tempo. A contenção no número de tamanhos utilizados proporciona páginas funcionais e atraentes.

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5. Evite combinar Tipos que têm um aspecto muito semelhante. Quando isso acontece, parece normalmente um erro, porque não há contraste suficiente entre os Tipos.


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6. Realce os elementos no texto com descrição e sem perturbar o fluxo da leitura.

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7. Para Tipos de Texto, utilize corpos que, de acordo com estudos de legibilidade e leiturabilidade, são os mais indicados. Estes tamanhos variam normalmente entre 8 e 13 pontos, para um texto lido a uma distância média entre 30 e 36 cm.

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8. Dê preferência à variante regular ou medium dos Tipos de Texto. Evite Tipos com um aspecto demasiado pesado ou demasiado leve. O peso dos Tipos é determinado pela espessura das hastes das letras. O Tipo de Texto demasiado leve dificilmente se distinguem do fundo. Relativamente aos Tipos demasiado pesados, as contra-formas (olho e espaço circundante do caractere) diminuem de tamanho, tornando-os menos legíveis.

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9. Utilize Tipos de largura média. Evite Tipos que pareçam extremamente largos ou estreitos.

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10. Mantenha sempre a integridade do Tipo. Evite alongar ou comprimir arbitrariamente as letras.

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11. Utilize Tipos sólidos em vez do seu contorno apenas.

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12. Evite os Tipos adornados.


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13. Utilize um espacejamento consistente entre letras e palavras de modo a conseguir uma textura sem interrupções.


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14. Para Tipo de Texto, utilize um espacejamento entre linhas (entrelinha) que transporte facilmente os olhos do leitor de uma linha para a outra.


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15. Utilize comprimentos de linha adequados. As linhas demasiado curtas ou compridas prejudicam o processo de leitura.


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16. Ao trabalhar com Tipo e cor, certifique se de que há um contraste suficiente entre o caractere e o fundo.


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17. Tipo claro sobre fundo escuro parece ligeiramente menor que o inverso. Por esta razão é aconselhável aumentar ligeiramente o corpo e/ou a espessura do texto a negativo. Deve-se também usar Tipos suficientemente espessos e sem serifas. Um texto em negativo é mais difícil de ler, 15 a 40%, do que em positivo.


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Todos os elementos usados em Design Gráfico têm as suas regras, e os Tipos não são exceção. Cada grupo, e em particular cada Tipo de letra, tem características próprias e foi criado para responder a uma necessidade. Na próxima Lição, ultima etapa sobre os Tipos, será analisado os tipos de texto para facilitar a leitura e a clareza.

Bibliografia:
Guia de Tipos, Miguel Souza, 2002

Thiago dos Santos

sábado, 18 de julho de 2009

Produção gráfica - Parte 3 - “Tipo”

Olá amigos comunicadores.

É muito importante para o desenvolvimento e finalização de um trabalho saber como foram criadas e formadas as famílias de fontes que são conjuntos de símbolos e caracteres em um mesmo desenho de letra que são chamados de tipo. Os dois principais padrões desenvolvidos são: True Type e Adobe. Esses padrões são fontes redimensionáveis, podem ser ampliadas e reduzidas sem perda de qualidade, ou seja, vetoriais.

Fontes True Type
Desenvolvidas pela Apple e Microsoft, incluídas como fontes de sistema Windows e Mac OS. Esse padrão não é compatível com PostScript*, por isso no momento da impressão são convertidas para o padrão Adobe.

Fontes Adobe
Desenvolvidas pela Adobe System, a mesma criadora do Photoshop entre outros, são compatíveis com o formato PostScript, são chamadas também de fontes Tipo 1.

Confiabilidade das fontes
Todo trabalho editorado com fontes do padrão Adobe tem uma chance muito pequena de enfrentar problemas com texto, as fontes True Type são convertidas pelo drive das impressoras para fontes Tipo 1. Nessa conversão podem-se ocasionar problemas como: impressões com texto recorrido ou na fonte Courier.

Restrições
No fechamento de arquivos existem bureaus que não fazem restrições a nenhum dos tipos de arquivos, outros se recusam a aceitar padrões True Type.

Onde obter fontes
a- Pela internet é recomendável somente em sites de produtores e criadores. Na dúvida, faça um teste antes no seu bureau.
b- CDs do CorelDraw, Indesign, Ilustrator etc.

Quantidade de fontes habilitadas
É muito comum os usuários possuírem centenas de fontes habilitadas em seu sistema. Acontece que cada fonte ocupa cerca de 64KN, logo 100 delas ocuparão 6.4MB da memória RAM. Isto afeta o desempenho da máquina, já vi computadores não ligarem, e programas acusarem erros DLL. Alguns programas oferecem bibliotecas de fontes, o CorelDraw oferece o aplicativo Font Navigator, deixando fontes habilitadas com apenas um clic.

Font Navigator


*PostScript é uma linguagem de programação especializada para visualização de informações, ou uma linguagem de descrição de páginas, originalmente criada para impressão e posteriormente modifica para o uso com monitores ('display PostScript').A linguagem fornece uma máquina de pilha e comandos específicos para o desenho de letras e figuras, incluindo comandos de traçado e formas de representação de imagens.

Fique atento para a próxima etapa “Tipografias”, dicas interessantes para um texto claro e objetivo, até lá!

Bibliografia
Apostilas do Curso de Impressão Offset. Escola SENAI Theobaldo De Nigris.
Wikipédia, http://pt.wikipedia.org/wiki/PostScript


Thiago dos Santos

terça-feira, 14 de julho de 2009

Produção Gráfica - Parte 2 - “Orçamento”

Antes de produzir o formato escolhido é necessário saber se ele fica dentro do orçamento previsto.

O Boletim está na categoria Folder por possuir uma dobra. Para o trabalho ficar em conta produza apenas a parte externa na gráfica. Já a parte interna, deve ser impressa numa impressora de cartucho Jato de Tinta ou laser de sua preferência. A dobra será feita manualmente.

Além do custo baixo, a parte interna pode ser editorada num software simples como o Microsoft Word. Para que não haja problemas de comunicação com a gráfica solicite o orçamento para um Flyer, pois não tem dobras.

Flyer
Cores: 4x0
Formato: Aberto 16X22 cm
Papel: Offset 75g
Tiragem: 5000 exemplares

“Cores: 4X0”?
R: A impressão offset é composta por quatro cores, Cyan, Magenta, Yellow e Black. “4x0” é quatro cores na parte externa (colorido) e nenhuma cor na parte interna (sem impressão).

Ex:








“Aberto”?
R: “Aberto” é o formato escolhido na tabela sem a dobra (formato 18).

“Offset 75g”?
R: “Offset” é um tipo de papel usado em impressões mais simples. “75g” é a gramatura do papel que especifica a sua espessura. 75g é apropriado para um impresso de custo baixo.

“Tiragem”?
R: Número de exemplares a serem impressos, quanto maior o volume menor o preço.

Você concluiu mais um passo desse tutorial. Não pense que esta etapa não é importante, pelo contrário, uma comunicação clara com a gráfica pode facilitar o planejamento do seu impresso.

Não perca a próxima etapa.

Thiago dos Santos

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Produção Gráfica - Parte 1 - “Escolhendo Formato”


Olá Amigo!

Começa uma série de artigos que vai ajudá-lo na produção de qualquer impresso, especificamente um boletim informativo. Neste Tutorial, você vai aprender em pequenas lições a escolher um formato, usar corretamente cores e fontes, fechar um arquivo e muito mais. Todos esses fatores serão necessários numa produção planejada, resultando em baixo custo. Vamos  a primeira lição!

Antes de escolher o formato você precisa aprender os padrões e medidas. Não se assuste, existe uma tabela para isso. Posso garantir que é muito fácil!

Na Produção Gráfica, o formato escolhido é muito importante, usados de forma errada implicam em gasto adicional.

O formato normalmente utilizado em maquinas plana para impressões offset é 66X96 cm. Já nas gráficas pequenas com maquinários menores é 48X66 cm chamado de formato dois, metade do formato um. Observe a tabela pois se faz necessário escolher um formato que aproveite meia página com baixo índice de refugo.


32 Formatos. Veja que existem formatos com número de colunas pares e colunas impares.

Ex:

Formato 8 (4 colunas para uma página inteira, ou seja, nº colunas pares) = 4 impressos aproveitados por impressão de 24X33 cm que naturalmente usam um espaço de 48X66cm (Todo o papel aproveitado)






Formato 9 (3 colunas para uma página inteira, ou seja, nº colunas impares) = 3 impressos aproveitados por impressão = (Prejuízo, alto índice de refugo)







E agora, qual formato escolher? Nem sempre o formato menor vai ser mais barato, repare que no formato 8 que é maior, se aproveita mais papel. Já no formato 9, perde uma fatia de papel. É nessa hora que tem que planejar. Se a gráfica só imprime em formato dois, 48X66 cm (meia página), você escolherá os formatos que tenham o número de colunas pares, os impares implicarão em desperdício de papel e custo adicional de produção. (+ papel + horas de impressão = + R$).

Suponhamos que um PASTOR deseja um boletim colorido, mais a verba é curta e a gráfica só rode no formato 2.

Escolhi o formato 18 (6 colunas para uma página inteira) = 9 boletins por impressão. Um boletim simples com apenas uma dobra, o formato não é dos mais bonitos, mais possui um ótimo custo benefício.






Fique atento e descubra como os pequenos detalhes farão a diferença no orçamento e na qualidade final da sua produção.

Até a próxima...

Thiago dos Santos

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