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Planejar é Acertar


Proponho uma maneira simples de elaborar um planejamento básico antes de executar o seu projeto.

Fatores a considerar:

1- Analisar a Situação

Identifique os pontos fracos e fortes, as ameaças e oportunidades.

2- Definir os Objetivos

Elabore uma lista com os principais objetivos que pretende alcançar com a comunicação. Não é preciso definir muitos objetivos, apenas tente ser específico.

Exemplo: Divulgar a série de Evangelismo do Pr. Roberto Motta!

3- Definir Público Alvo

Esta é uma das partes mais importantes do seu planejamento. É a etapa onde o comunicador decide com quem quer falar, qual o sexo, idade, classe etc.

Exemplo: Homens e Mulheres de 20 a 60 anos de todas as classes sociais.

4- Constatar os melhores meios de comunicação

Esta etapa ajuda a igreja não desperdiçar verbas em mídias que não obtém resultados.

Exemplo: Não se anuncia uma semana de oração do distrito local na rede globo em horário nobre pagando 500 mil reais em 30 segundos!

Este foi um exemplo “infantil”, mas é uma maneira simples e fácil de entender que não seria um bom investimento.

Quando se trabalha com grandes campanhas, o planejamento de mídia é uma das etapas onde se analisa o custo beneficio dos investimentos. Para isso é usado fórmulas e outras ferramentas como o IBOPE, pesquisas de mercado etc.

No caso da igreja que o fluxo de produção é menor, analise o preço da mídia escolhida e divida esse valor por quantas pessoas serão atingidas e constate o custo beneficio.

Exemplo: 20 Cartazes – R$ 100,00 /600 Pessoas= R$ 0,16

Em seguida pergunte: Que impacto ocasionou a leitura destes cartazes? Quantos compareceram à programação? Alguém aceitou estudos bíblicos? Quantos se batizaram? ...?...?

Obtendo as respostas, descubra se o investimento realmente trouxe resultados.

5- Definir Calendário

A esta altura está pronto. Agora, basta definir quando ocorrerá o Start da campanha e se as datas escolhidas o publico alvo será atingido.

Essa é uma forma resumida do que realmente é um planejamento de campanha e das suas etapas decorrentes, mas é o mínimo que o comunicador precisa para desenvolver o trabalho com resultados.

Ficará mais fácil se introduzir as seguintes perguntas:

1- O Quê?
2- Por Quê?
3- Quem?
4- Quando?
5- Onde?
6- Como?

Proposta: Recital de Quartetos em São Roque-SP

1- O Quê?
R: Recital de Quartetos

2- Por Quê?
R: Para incentivar novas formações musicais na igreja e aproximar visitantes.
Com a resposta da pergunta 2 já é possível definir os objetivos da sua campanha.

3- Quem?
R: Ministério da Música e Jovens

4- Quando?
R: 13 de Junho às 20h

5- Onde?
R: Igreja Adventista de São Roque - Rua…

6- Como?
R: Convocar músicos de todas as igrejas do distrito de São Roque. Os gastos previstos para divulgação, será de R$ 200,00. Haverá a necessidade da listagem de ex-membros fornecida pela secretaria da igreja a fim de convidá-los, uma vez que o recital acontecerá no dia do “Reencontro” sugerido pelo calendário da Associação.

Viu como é fácil seguir as cinco etapas citadas quando se responde a estas perguntas?

Espero que este post lhe ajude a ter bons resultados em sua igreja e conduzir mais pessoas a Cristo.

Um grande abraço do seu amigo,

Thiago dos Santos

Como a inovação acontece em nosso cérebro


A boa informação é imprescíndivel para gerar novos conceitos, métodos e ações positivas.


Para explicar essa relação existente, o Prof. Marins enviou um artigo para um outro Blog de minha autoria chamado "Nisto Cremos", intitulado: "Como a inovação acontece em nosso cérebro". Resolvi publicá-lo no COMIASD também por acreditar ser útil para aqueles que lindam constantemente com os diversos meios de comunicação, cujo objetivo primário seja "Informar".

Segue abaixo o artigo.

Pr. Fabio


William Duggan, professor da Columbia Business School, dos EUA, escreveu em seu artigo “Como o “AHA!” realmente acontece” sobre como a inovação acontece em nosso cérebro. O artigo foi publicado no Boletim Strategy&Business, de 23/11/2010, editado pela Booz Allen Company.

Veja alguns trechos com meus breves comentários;

“Como as empresas inovam? Veja a Google Inc., amplamente admirada como grande inovadora. A empresa oferece brinquedos no lobby, cadeiras para relaxar, salas de jogos e tempo livre para os funcionários trabalharem em suas próprias ideias. Não é isso que outras empresas deveriam fazer?

“A resposta é não. Esses métodos do Google são derivados de uma teoria inexata de criatividade: que as pessoas precisam desativar seu cérebro esquerdo analítico e ativar o seu cérebro direito criativo para produzir novas ideias...

“Na última década, neurocientistas já percorreram um longo caminho para descobrir como as ideias se formam na mente humana. Suas descobertas contradizem a forma como a maioria das empresas entende e desenvolve a inovação. Mas muito poucos executivos sabem disso. Eles continuam aplicando sua sabedoria convencional, sem saber que a ciência evoluiu e que os conceitos que usam estão ultrapassados.

“Para entender o novo modelo do cérebro, e sua importância para a inovação empresarial, devemos voltar para 1981, quando Roger Sperry ganhou o Prêmio Nobel por seu trabalho sobre os dois lados do cérebro. Segundo Sperry, o lado direito era criativo, artístico e intuitivo e o lado esquerdo considerado analítico, lógico e racional. Este modelo inconsistente se espalhou rapidamente por todo o mundo dos negócios, pois pareceu explicar por que algumas pessoas vinham com novas ideias facilmente e outros lutavam muito para conseguir alguma inovação... A aplicação mais generalizada do modelo de Sperry foi o brainstorming. Pessoas começaram a agendar reuniões onde todo mundo deveria desligar seu cérebro esquerdo e ativar o seu cérebro direito e então deixar as ideias criativas fluirem.

“Agora vamos voltar para a visão mais precisa de criatividade, com suas raízes na ciência moderna. O ano base para essa compreensão é 1998, quando Brenda Milner, Larry Squire e Eric Kandel publicaram um artigo inovador na revista Neuron, "Neurociência cognitiva e o estudo da memória". Kandel ganhou o Prêmio Nobel, dois anos mais tarde pela sua contribuição para este trabalho. Desde então, neurocientistas deixaram de aceitar a teoria do cérebro de dois lados de Sperry. O novo modelo do cérebro é o da "memória inteligente", no qual análise e intuição trabalham juntos na mente em todos os modos de pensamento. Não há nenhum cérebro esquerdo e não há nenhum direito. Há apenas a aprendizagem e a recordação, em várias combinações, em todo o cérebro.”

O que o autor afirma é que a “memória inteligente” é o maior arquivo existente no mundo, dentro da cabeça de uma pessoa. Desde que você nasce, o cérebro arquiva todo o seu conhecimento e informações. Quando uma nova informação chega, o cérebro recupera nesse arquivo tudo o que existe de correlato à nova ideia e faz uma combinação a que chamamos de “intuição”. Quando a nova informação combinada com o que já existe cria um novo padrão, temos o famoso “Aha!” ou a inovação ou criação. Assim, quanto mais você estudar, ler, experimentar, mais informações terá em seu cérebro e maior a chance de ser inovador. Essa é a grande novidade!

Portanto, a busca de informação é essencial para a criatividade. Quanto mais você participar, se envolver, estudar, ler, conhecer sobre o seu negócio ou profissão, maior a chance de ser inovador e criativo. Criativo e inovador não é aquele que fica parado, ocioso, esperando uma ideia brilhante acontecer e sim aquele que participa, estuda e se compromete totalmente com aquilo que faz.

Pense nisso. Sucesso!

PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior.